PROFESSOR LUIZ


Os três primeiros alunos de cada sala que me responder por escrito até o dia 1/9

as questões 49 e 50 ganharão 1 ponto na prova.

seja esperto coloque seu numero nome e série



Escrito por PROFESSOR LUIZ às 00h29
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2ª GUERRA MUNDIAL  respostas PAG 120 a 124

são 50 questões da pag 120 a 127

1= Quais foram as atitudes de  Hitler com a vitória do partido nazista

R= Rompeu com as proibições do Tratado de Versalhes, reaparelhou o exército, passou de 100 mil homens par mais de 3 milhões, e fomentou a industria bélica alemã

2=O que ocorreu com a preparação do país para a guerra

R= Gerou empregos, movimentou a vida econômica, deu a impressão de que o nazismo era a solução para os problemas da Alemanha.

3=O que fez Mussolini para a expansão da Itália

R= Implantou um programa de modernização do país, centrando na modernização da industria dos transportes e  militar, o objetivo era ampliar seus territórios começando pela invasão da África

4= O que ocorreu com o Japão com o final da 1ª Guerra

R= O Japão saiu da guerra como a maior potência militar do extremo oriente

5= Quais eram as necessidades do Japão para expandir

R= Precisava de produtos naturais como petróleo, carvão e ferro, que obrigava a depender de importações estrangeiras.

6=Qual foi a atitude do Japão em 1931

R= O Japão invadiu a China na província da Manchúria, colocou um governo de sua confiança e depois chegou na importante cidade do Xangai.

7= O que fez Hitler em 1935

R= Rompeu com o acordo de paz assinada em Versalhes e retirou a Alemanha da Liga das Nações, três anos depois anexou a Áustria à Alemanha.

8= Em 1935 qual foi a atitude de Mussolini

R= Mussolini invadiu a Etiópia no  extremo oriente continente africano, no mar índico

9= Por quais motivos a França e Inglaterra não atacaram Hitler de imediato

R= A falta de recursos financeiros e militar, mas principalmente a triste lembrança da 1ª guerra mundial

10= Qual era o maior temor que os europeus tinham na época

R= Eles temiam que o comunismo russo chegasse na Europa e a atitude anticomunista de Hitler era conveniente eles acreditavam no mal menor.

11=O que foi a conferência de Munique em 1938, o que eles combinaram

R= Essa reunião determinou a anexação de 20% do território da Tchecoslováquia pela Alemanha, uma área rica em minérios, mas depois os alemães tomaram todo o país, maltratando toda a população civil

12= O que foi o Pacto Anticomintern

 

R= Tinha por finalidade barrar o avanço do comunismo e da URSS.




Escrito por PROFESSOR LUIZ às 00h25
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continua até a questão 50

13= Qual foi a atitude dos governos britânico e Frances em relação a Polônia

14= No que acreditava Stalin em relação a Alemanha

15=Quando e o que foi o Pacto Nazi-Soviético

16=Quando começou a segunda guerra e por que

17= Quais foram as duas potências que ocuparam a Polônia

18=O que era a solução final

19=Quem eram os alvos dos alemães para extermínio

20=Quais os dois países da Escandinávia foram ocupados em 1940

21= O que era a Luftwaffe

22= Qual país importante europeu era o alvo principal dos alemães.

23= Sediado na cidade de Vichy quem  governava a França no Sul.

24= Quem liderava os chamados soldados da resistência “os Partizans”

25= Quando e onde a Itália entrou na guerra

26= Entre 1940 e 1941 quais foram os países ocupados pelos alemães na Região dos Balcãs.

27= Quando a Alemanha invadiu a URSS

 

Prof. Luiz = História = 15/08/2015



Escrito por PROFESSOR LUIZ às 00h20
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28= O que foi a operação Barbarossa?

29= O que ocorreu com o exército alemão em 1941 em território russo

30=Por que o EUA entraram em guerra contra o Japão quando isso ocorreu.

31= Quais países latinos entraram na guerra ao lado do EUA

32=Na Europa quais eram os países que entraram na guerra a favor da Alemanha

33= O que ocorreu na Ásia em junho de 1942

34= Por que era importante para os alemães tomar a cidade de Stalingrado.

35= Por que era importante  os aliados expulsar os alemães e italianos do norte da África

36= Faça um sucinto resumo da queda de Mussolini.

37= Quando ocorreu e o que foi o “dia D”.

38=Quais foram os países libertados na Europa com o avanço dos aliados.

39= O que ocorreu em abril de 1945

40= Quando a Alemanha se rendeu para os soviéticos

41= Qual foi a atitude norte americana contra o Japão e quando isso ocorre

42= Por que o governo Japonês se rendeu

43=Faça um sucinto resumo do que ocorreu com a cidade de Desdren na Alemanha.

44= Como estavam as principais cidades da Europa ao término da guerra

45= Qual foi a conseqüência para a URSS após a guerra

46= Para o EUA qual foi a conseqüência após a guerra

47= O que ocorreu com o mundo após a segunda guerra

48=Qual a diferença de modo de produção capitalista e socialista

49= Quem governava a URSS no final da guerra.

50= Quem governava o EUA no final da Guerra.

Prof. Luiz

História

 

25/8/2015



Escrito por PROFESSOR LUIZ às 00h18
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Caros leitores,

Esse é um resumo sucinto do meu trabalho de conclusão de curso em Pós Grasuação sobre História da África e dos Negros no Brasil

O trabalho compreende o período de 1945 até os dias atuais sobre Racismo e Preconceito no Brasil

É uma parte da História em que os historiadores procuram evidenciar, ao passo que a sociedade teima em ocultar esse lado negro de nossa história

Boa leitura

LUIZ ANTONIO BORTOLO – RA 1163581

 

Curso de Especialização em História e Cultura Afro-Brasileira e Africana

 

 

 

 

 

 

RACISMO E PRECONCEITO NO BRASIL

 

Prof. Ms.  Reginaldo de Oliveira Pereira

 

Claretiano Centro Universitário

 

 

 

 

 

 

 

 

 SANTO ANDRÉ

2015

RACISMO E PRECONCEITO NO BRASIL

 

Resumo

O objetivo deste trabalho é pesquisar em matérias publicadas em sites, livros e jornais como o racismo e o preconceito em relação aos afrodescendentes ainda se manifestam de diferentes maneiras na sociedade brasileira.

Estes fenômenos estão presentes em todos os continentes e podem ocorrer com maior ou menor intensidade.

 

O racismo consiste tanto no preconceito e discriminação com base em percepções sociais de diferenças biológicas entre os povos. Muitas vezes assume a forma de ações sociais, práticas e crenças, ou sistemas políticos que consideram diferentes raças para ser classificado como  superior ou inferior, com base em traços  herdados, habilidades ou qualidades. Ele também pode ser titular de que os membros de diferentes raças devem ser tratados de forma diferente. (conosaba.blogspot.com/2014/11/em-que-consiste-o-racismo.html)

 

Devido o assunto ser demasiado extenso, o trabalho ficará restrito apenas a São Paulo no período de 1945 a 2015, podendo eventualmente citar fatos de forma superficial apenas com o objetivo ilustrativo. No transcorrer de sete décadas será analisado os avanços e recuos no enfrentamento ao racismo. Esse comportamento será oportunamente comprovado pelos fatos e acontecimentos históricos relatados em diversas publicações. É corriqueiro as pessoas portadoras desse sentimento o negarem por motivos pessoais.  Tal procedimento, no entanto não caracteriza sua inexistência, é mais um dos elementos que promovem e comprovam sua presença no cotidiano, há o preconceito de se admitir ter preconceito. Para combatermos algo é necessário primeiro conhecer a respeito.

Palavras chave =  Racismo, Preconceito, Branqueamento,  Negro, segregação racial

 

 

RACISMO E PRECONCEITO NO BRASIL

INTRODUÇÃO

Apesar de infindáveis negativas o racismo se fundamenta na exclusão de uma pessoa por sua aparência física, diferenças biológicas e habilidades herdadas ao passo que o preconceito é um juízo preconcebido manifestado geralmente na forma de discriminação redundando na exclusão social, ambos estão enraizados na sociedade brasileira em relação aos nordestinos na região Sul e Sudeste,  mas sobremaneira recai com maior incidência sobre os afrodescendentes. Em todos os continentes o preconceito com  inúmeros povos pode ocorrer de forma explicita ou velada, com maior ou menor intensidade. A escravidão remonta desde os tempos das antigas Atenas e Esparta.

 

 O EUROPEU RECUSA A IDEIA DE SER DESCENDENTE DE AFRICANOS

 

 

Sobremaneira no mundo ocidental focado em uma visão eurocêntrica, o homem branco ao se julgar uma raça superior, refuta a teoria de que o “Homo sapiens” é originário do continente africano, da qual se originaram todas as raças, cujas mudanças físicas foram adquiridas em função da mutação necessária para se adaptar em novos ambientes quanto ao clima, vegetação, disponibilidade hídrica e alimentação diversificada, as mutações foram transmitidas geneticamente às gerações seguintes. Essas evoluções estão fundamentadas nas teorias de Charles Darwin, naturalista (1809 a 1882). Darwin viajou para às Ilhas Galápagos, as quais são um conjunto de 13 ilhas distante cerca de 1000 km da costa do Equador, país a que pertence, nessas ilhas ele realizou estudos para fundamentar sua Teoria da Evolução.



Escrito por PROFESSOR LUIZ às 19h55
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continuação

CONIVÊNCIA DA IGREJA

Dentro desse contexto não podemos nos furtar de mencionar a conivência da Igreja, que para defender seus interesses, lançou mão das Sagradas Escrituras, onde em Gênesis relata a maldição que Noé rogou sobre seu filho. Cam é um personagem bíblico mencionado no livro de Gênesis 9:20-27.  A bíblia não tem como objetivo justificar a escravidão, mas a igreja se apropriou da idéia para justificar tal prática. Noé estando irritado com seu filho Cam por ter presenciado a nudez paterna enquanto Noé estava embriagado de vinho em sua tenda, preconizou que “Cam e seus descendentes seriam servos de seus irmãos”. A Bíblia não entra em detalhes, mas descreve Cam como sendo um homem negro.

Os primeiros argumentos para a submissão de outros povos, entretanto, não tinham relação direta com a economia, eles vieram sob a forma de aprovação da igreja. Através das bulas “Dum Diversas (1452), Romanus Pontifex (1455), e Inter Coetera (1456) . Roma legitimava a escravidão dos infiéis [......] com o objetivo de conversão ao cristianismo. Em terras brasileiras esse conceito servia também em relação aos índios. A igreja fortalecia esse conceito por alegar que não havia nenhum versículo nas sagradas escrituras que condenasse a prática da escravidão.(JOICE, 2014, p.28 )

                                                      

Os portugueses igualmente consideravam os negros descendentes de Cam. A cor era o sinal da maldição e justificava a escravidão. Aproveitando a oportunidade do assunto em foco, a igreja de São Francisco concluída em 1788 no centro de João Pessoa é um exemplo desse preconceito que remonta a época da colonização, apesar de ostentar um altar folheado a ouro na nave central, do lado direito da igreja há uma pequena repartição sem muito requinte em separado destinada aos fiéis negros, fato esse comprovado pelas fotos a serem inseridas no final desse trabalho.

 

 

 

PRESENÇA AFRICANA NA CULTURA BRASILEIRA

De acordo com estudos sobre o assunto o Brasil recebeu cerca de 4 milhões de escravos negros entres os séculos XVI e XIX, tomando-se por base a população brasileira nessa época, a quantidade foi bem expressiva,  esses números indicam a estreita ligação entre os dois continentes havendo uma forte influência africana de elementos culturais relacionados à diáspora africana, a cultura brasileira foi significativamente permeada pela cultura africana na religião, musica, dança, língua, culinária, folclore e outras das mais variadas formas de expressão, em que a miscigenação ocupa lugar de destaque. Apesar disso o tratamento que a sociedade brasileira dispensou aos africanos e seus descendentes foi marcado pelo preconceito e violência. À partir do regime escravista aos olhos da elite brasileira os aspectos da cultura africana passaram a ser vistos como o exótico e o estranho, não sendo reconhecidos como formadores de nossa identidade, os africanos juntamente com outros grupos não foram inseridos na historicidade na formação de nossa sociedade. (PEREIRA, 2010,p. 22) .

 

ESCOLHA DO TERMO A SER UTILZADO

Doravante o termo afrodescendentes deixará de ser utilizado, posto que esse termo por si só estigmatize o sentimento preconceituoso, como explica o prof. Juarez, “pode ser encarado como eufemismo, onde o seu emprego demonstra o cuidado em não ferir o próximo”, como se negro fosse ofensivo, se um europeu pode dizer e se orgulhar em proferir, “eu sou espanhol, italiano, português, etc.”, é inconcebível usurpar o direito do negro da mesma forma orgulhar-se de sua gente, em poder dizer em alto e bom tom “eu sou negro”, outro fator determinante prende-se ao fato da época ao qual o texto está focado em sua maior parte, no qual o termo afrodescendentes passa a ser utilizado somente no abrir das cortinas  do século XXI após a conferência de Durban em setembro de 2001 na África do Sul. Pelas justificativas apresentadas o termo afrodescendentes, será substituído por (escravo, homem negro, ou apenas negro). Esse procedimento está lastreado nas declarações a seguir do Prof. Juarez C. Silva.

 

Nas listas de discussões do Movimento Negro (MN), encontros e outros fóruns, são recorrentes acaloradas 'discussões' sobre a questão do termo afrodescendentes, uns entendem como simples eufemismo ou "moda", outros são contra, pois enxergam a questão como simples fuga da estigmatização vinculada ao termo negro, termo que muitos acreditam que deva ser mantido e valorizado, outros não concordam pois entendem que toda a humanidade é afrodescendentes e sendo assim, não seria correto utilizar o termo apenas para os negros...; enfim um dos grandes problemas do MN é a 'Babel' de conceitos e terminologia. (afrokut.com.br/xn/detail/2232714:Topic:17727?xg_source=activity)

 

OCULTANDO O RACISMO E PRECONCEITO

                Há o preconceito de se admitir ter preconceito. Demonstrando que o preconceito e racismo em diversas ocasiões podem estar camuflados, temos o parecer do  historiador escritor  e professor na faculdade federal do Rio de Janeiro prof. Joel Rufino.

“Na verdade a sociedade brasileira não tem condições históricas de se enxergar como realmente é: Da cor levemente coberta de branco, como os bolos de chocolate que se adornam de glacê. Por que não conseguimos ver no espelho nossa própria face?” 



Escrito por PROFESSOR LUIZ às 19h45
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continuação

Segundo Rufino, temos de levar em conta que até o início do século XX, quando os imigrantes começaram a chegar ao Brasil para substituir a mão de obra escrava, a população de origem africana era uma grande maioria, principalmente nos estados do nordeste e Rio de Janeiro. Historicamente pouco foi feito para integrar a população negra na sociedade brasileira, embora por outro lado temos forte influência africana (banto) na língua, musica, dança,  religião, culinária e folclore. A trajetória do negro em solo americano, em especial no Brasil, foi envolta em inúmeros fatores conflituosos.  No decorrer da escravidão foram tratados como animais e, a situação não mudou muito após a assinatura da Lei Áurea. Os negros e seus descendentes estão aguardando uma liberdade que ainda não chegou. A lei de 1888 parecia ser propícia aos escravos, não  podemos negar trouxe um pequeno alento ao sofrimento, mas em pouco tempo revelou-se ter sido perniciosa por não abarcar programas visando sua integração na sociedade. Desde então os ex-escravos estão atados a correntes invisíveis, que os prendem nos porões da hierarquia civilizada, onde a mobilidade social é extremamente dificultosa, mesmo sendo encarada como um trabalho de Hercules a ser vencido, fomentada pela implacável desigualdade social, os negros tem de inúmeras formas empreendido em seu enfrentamento, atitude totalmente adversa do que é apregoado que o homem negro aceitou as correntes pacificamente, imposta pelo homem branco.

De forma velada e prudente podemos  nos dias de hoje notar a ação do racismo e preconceito que paira sobre os ombros dessa gente. O homem negro não veio para a América de livre e espontânea vontade, veio acorrentado como um ser desprezível.

Os dados do IBGE recentemente divulgados demonstram que os negros tem uma condição de vida inferior a dos brancos em todos os aspectos, como salário, emprego, escolaridade, saúde, habitação e outros fatores preponderantes a vida moderna., na qual a escolaridade tem um peso dominante. No entanto não se pode furtar de mencionar que temos em nosso país muitos negros bem sucedidos em todos os setores, mas se levado em conta a porcentagem é pequena. (jornalggn.com.br/.../ibge-negros-ganharam-57-do-salario-dos-brancos-e.. )

 

Rufino acrescentou que as desigualdades acumuladas na experiência social da população negra, nos processos de escolarização têm sido denunciadas há muitos anos pelo movimento social negro, por estudiosos das relações raciais, e, mais recentemente, também pelas análises no âmbito de órgãos governamentais no Brasil. São desigualdades graves e múltiplas, afetando a capacidade de inserção da população negra na sociedade brasileira em diferentes áreas e comprometendo o projeto de construção de um país democrático e com oportunidades para todos. Indicadores como anos de estudo, reprovação, evasão,  desempenho dos estudantes, a relação professor-aluno, a qualidade do equipamento escolar e sua localização, entre outros, tem sido divulgados nos últimos anos mostrando as disparidades entre brancos e negros no acesso, permanência e conclusão dos percursos escolares. Isto significa que as variáveis utilizadas nas análises dessas desvantagens escolares se ampliaram e com elas nossa possibilidade de melhor entender o fenômeno das desigualdades raciais na educação. O prof. Rufino teceu um comentário a respeito das cotas no ensino superior. Há quem defenda a postura do governo de por força de lei garantir aos negros cotas nas vagas de faculdades, em uma tênue tentativa de resgatar a dignidade afro, em contrapartida outros acreditam que essa atitude pode num futuro próximo servir de desmerecimento aos negros que conseguirem um curso superior sem terem feito uso da cota que o resguarda.

 

 

RESISTÊNCIA AFRICANA

O racismo e preconceito não são exclusividade da sociedade brasileira, no mundo todo e em todas as épocas esse comportamento sempre esteve presente em todas as civilizações. Alemães x judeus, judeus x palestinos, europeus x africanos. Ao contrário do que muitos possam julgar o negro nunca se deu por vencido e, dentro de suas possibilidades por diversas formas empreendeu enfrentamento, não aceitando a condição que lhe era imposta pelo homem branco.  Imbuído apenas no desejo de ilustrar de forma superficial da resistência negra é possível citar uma das mais notórias luta contra o racismo na década de 60 foi a do Pastor norte americano Martin Luther King que no auge de sua campanha e luta pelo direito dos negros proferiu uma frase que o eternizou  “Eu tenho um sonho, que um dia nesse país, um homem seja julgado pelo seu caráter, e não pela cor de sua pele” é evidente que essa frase se encaixa em todas as nações que vivem o problema do racismo e surtiu um efeito muito grande na comunidade negra brasileira.

Superar a diferença racial foi um obstáculo importante para alguns países. Um deles em especial, a África do Sul, que durante quatro décadas adotou um regime de segregação racial que privilegiava a elite branca. O fim deste regime conhecido como apartheid completou 20 anos em 2014 tendo como expoente nessa luta seu presidente  Nelson Mandela. (vestibular.uol.com.br/.../apartheid--20-anos-apos-seu-fim-na-africa-do-s... )

 

 

A LEGISLAÇÃO FRENTE AO RACISMO

 

No Brasil o preconceito de raça, etnia e cor são considerados crimes. Mas o amparo da legislação não impede episódios de racismo como o da cliente que recusou ser atendida por uma profissional negra, em Brasília, ou de pessoas que não permitem negros em seus estabelecimentos e negam qualquer tipo de direito ao outro devido à sua cor. Em determinados casos é difícil comprovar a presença do racismo, no entanto há algo que deva ser colocado em evidência, em sua maioria as pessoas deixam de cometer o crime contra o racismo por temerem os rigores da lei, mas não por ter recebido uma educação voltada para esse fim, portanto a lei por si perde sua força devido a ausência de políticas publicas visando formar o cidadão quanto ao racismo. Tendo como objetivo justificar o texto será citado algumas ocorrências.



Escrito por PROFESSOR LUIZ às 19h44
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continuação

No final de agosto (29 e 30) de 2014  os jornais Folha de São Paulo e Estadão noticiaram que o goleiro Aranha do clube Santista foi alvo de atitudes racistas no Rio Grande do Sul pela torcida do Grêmio. A matéria evidenciava que atitudes racistas voltaram a acontecer no futebol brasileiro. Dessa vez, o perseguido foi o goleiro Aranha, que defendia o Santos. O arqueiro foi insultado no final da partida por torcedores na Arena, em Porto Alegre. Câmeras do canal ESPN Brasil flagraram uma torcedora claramente chamando Aranha de macaco e o resto do grupo fazendo sons que lembravam o animal. Caso semelhante ocorreu com o volante Arouca em Mogi Mirim.

Um dos casos de racismo mais polêmicos dos últimos anos e não foram poucos foi encerrado  sem possibilidade de recurso. A sentença do Tribunal de Justiça de São Paulo condena Davina Aparecida Castelli, de 75 anos, a quatro anos de pena em regime aberto por ter insultado aos berros três pessoas negras que se encontravam em um shopping da Avenida Paulista,  Castelli os chamou de “macacos”, “negros imundos” e “favelados” diante de uma multidão atônita. A condenação inicial em primeira instância, de fevereiro de 2014,  era mais severa e sentenciava a ré a quatro anos de prisão em regime semi-aberto além de lhe exigir uma indenização de R$ 28.960,00 reais a cada uma das vítimas, mas a Defensoria Pública, responsável pela defesa da idosa, recorreu e conseguiu um castigo  mais leve. A condenada não pode recorrer. O caso aconteceu em novembro de 2012 na farmácia de um shopping na Avenida Paulista.

 

O RACISMO INVADE OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO               

Ao girar os holofotes para o viés artístico, no rádio pode não ter ocorrido com muita intensidade, mas no cinema e televisão era gritante o predomínio branco. Aos negros eram destinadas apenas atuações coadjuvantes ou personagens serviçais. Nos telejornais os repórter âncora era invariavelmente branco sendo sua auxiliar ou coadjuvante principal também uma mulher branca. Apenas algumas emissoras iniciaram uma tênue incorporação de repórteres negros em seus noticiários na última década.  A jornalista Glória Maria, primeira repórter negra da TV brasileira, disse que ainda sofre preconceito por sua cor de pele. “Já sofri várias vezes e sofro até hoje. A diferença é que as pessoas hoje têm mais cuidado porque sou uma pessoa pública”, disse a jornalista em entrevista ao site Ego.

“Fui a primeira repórter negra da televisão. A primeira a apresentar o jornal das sete, a primeira no comando do 'Fantástico'... Mas tive que enfrentar muitas barreiras e obstáculos para conseguir as coisas. Tudo é mais difícil para um negro. É cansativo, duro, doloroso. Se você não tiver uma força extraordinária, não consegue passar por isso. Mas eu vim ao mundo para lutar. Sou uma guerreira!”, afirmou a jornalista, que atualmente, produz reportagens para o Globo Repórter. (.amambainoticias.com.br/brasil/gloria-maria-diz-que-ainda-sofre-preconceito-por-ser-negra )

 

Para o enfrentamento de episódios semelhantes e corriqueiros a resposta do Congresso Nacional visando coibir atitudes racistas, promulgou em 1989 a Lei 7.716, que define os crimes resultantes de preconceito racial. A legislação determina a pena de reclusão a quem tenha cometidos atos de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional. Com a sanção, a lei regulamentou que torna inafiançável e imprescritível o crime de racismo, todo e qualquer ato de racismo discriminação e preconceito será punido de acordo com a lei. De 1989 para cá, outras legislações importantes na luta contra o preconceito racial foram criadas, como o Estatuto da Igualdade Racial (2010) , e a Lei de Cotas (2012), que determina que o número de negros e indígenas de instituições de ensino seja proporcional ao do estado onde a universidade esta instalada. “Essas são ações muito importantes de reparação”. Tem alguns fatores que a gente ainda precisa quebrar para que o negro tenha direitos e oportunidades reais”, acredita o coordenador nacional das Comunidades Negras Rurais e Quilombolas Antonio Bento Biko. (memoria.ebc.com.br/.../lei-que-define-crimes-de-racismo-completa-25-a.)

Apesar da mudança no papel, os negros ainda sofrem racismo e freqüentemente se vêem em situação de discriminação. Para o coordenador nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais e Quilombolas (Contaq), no campo legislativo pouca coisa mudou desde que a escravidão foi abolida, em 1888. “A realidade continua a duras penas. O negro foi obrigado a trabalhar como escravo”, disse, citando leis como a da Vadiagem, a proibição da capoeira e o impedimento à posse de terras. Essas leis vigoravam no período colonial. 



Escrito por PROFESSOR LUIZ às 19h43
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continuação

De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostras de Domicílios, divulgada em  9/2014, 104,2 milhões de brasileiros são negros e pardos, o que corresponde a mais da metade da população do país (53%). A diferença não é apenas numérica: a possibilidade de um jovem negro ser vítima de homicídio é 3,7 vezes maior do que a de um branco, de acordo com estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). www.ibge.gov.br/home/.../pesquisas/pesquisa_resultados.php?id_pesquis...

 

VIDA E MORTE SEVERINA ENEGRECIDA

Frente a recusa em serem aceitos no campo agora preenchido pela mão de obra européia, o ex-escravo negro, é forçado a migrar para os centros urbanos. Pela falta de qualificação profissional e condição degradante, foram utilizados em trabalhos de pouca expressão e baixa remuneração, conduzindo o negro a um circulo vicioso, contribuindo sobremaneira para que o ex escravo fosse mantido na teia da miséria, baixa instrução e inclusão no meio social. Esses reflexos surtem seus maléficos efeitos até os dias atuais.

Para descrever que aos negros eram destinados os piores trabalhos motivados pelo racismo e preconceito, na cidade do Rio de Janeiro antes de ser implantado o saneamento no início do século XX,

Os dejetos resultantes das necessidades fisiológicas eram efetuados em pinicos no interior dos aposentos, que posteriormente eram armazenados em barris nos fundos da moradia, quando cheios cabia a um negro da casa transportar na cabeça esses barris até o rio mais próximo ou mar no período noturno para não incomodar os transeuntes da cidade. Durante o trajeto fezes e urina escorriam do barril sobre o pobre homem, ocasionando manchas na pele em conseqüência da uréia, conferindo ao negro devido essas manchas  a alcunha de homens tigres.

(educacao.globo.com/historia/.../escravidao-na-america-portuguesa.html.)

 

Até o momento em solo brasileiro foi mencionado apenas o escravo negro, porém quando os primeiros imigrantes chegaram ao Brasil, embora na condição de homens livres, receberam um tratamento semelhante ao escravo. Fugindo da miséria em seu país de origem, vieram para São Paulo a maioria italiana, a desdita família saía da Europa pobre e chegava aqui miserável, devendo a passagem no translado oceânico, o transporte até a fazenda e, a alimentação fornecida pelo fazendeiro no sistema barracão. Para piorar sua condição uma grande leva de italianos chegaram no final da colheita, havendo uma pequena quantidade de grãos por cada pé, o trabalho era árduo com pouco rendimento, o imigrante recebia pela quantidade de café que colhia, apenas trocaram escravos negros por brancos.

 

            Em sua obra O Cortiço, 2005 Aloísio Azevedo  retrata a Capital Federal no crepúsculo do século  XIX,  fica explícito o preconceito racial dirigido ao negro. Segundo o autor pelos preços cobrados pelos aluguéis e sua baixa remuneração, os pobres eram obrigados a morar  em cortiços, em sua maioria constituída por negros. As autoridades do setor de saneamento juntamente com a mídia e a classe mais afortunada, viam as patologias como febre amarela, tifo, peste bubônica e outras doenças, como sendo de responsabilidade e disseminadas pelos pobres, sobremaneira os negros. Nessa obra literária como em outras, o negro geralmente é destacado como sendo inferior.

A discriminação e preconceito alcançam também as forças armadas, o homem negro não era aceito na aeronáutica e marinha como oficial, apenas em postos subalternos. João Cândido “O navegante Negro” que liderou a Revolta da Chibata, foi punido severamente com a perda de sua patente por volta de 1910,

 

Cotas militares. O jornalista Leandro Fortes, que também participou do seminário, afirmou que, apesar de existirem muitos negros nas Forças Armadas, eles ocupam postos subalternos. Para Fortes, há um mito de que a ascensão nas Forças Armadas é democrática. "Precisamos acabar com essa concepção hipócrita de que somos uma democracia racial. Temos de pensar como resolver isso, discutindo por exemplo, a política de cotas, inclusive nas forças armadas. 



Escrito por PROFESSOR LUIZ às 19h43
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continuação

LEIS TRABALHISTAS

Quando São Paulo inicia seu processo de industrialização, os piores trabalhos eram destinados aos negros que se sujeitavam a trabalhar nessas condições e com uma menor remuneração. Nesse aspecto cabe lembrar que só houve uma pequena correção quando em 1943 o presidente Getúlio Vargas, promulgou a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) a qual instituía o salário mínimo, em vigor até os diais atuais. A (CLT) era reivindicada e defendida pelos sindicatos dos trabalhadores, os operários não tinham garantias de que seus direitos seriam resguardados, em especial aos negros a CLT era raro ser aplicada na sua íntegra. Visando erradicar essa situação foi necessária a criação de leis específicas. A lei nº. 5.473/68 que determina a nulidade de toda disposição  que resulte em discriminações entre brasileiros de ambos os sexos, cor, ou raça, para o provimento de cargos sujeitos a seleção nas empresas privadas e no serviço público; a lei nº. 9.029/95 que veda a adoção de qualquer prática discriminatória; bem como o art. 373-A, da CLT, que proíbe a recusa de emprego, promoção ou, ainda, a dispensa do trabalho motivada em razão de sexo, idade, cor, bem como prática que considere sexo, idade, cor ou situação familiar como variável determinante para fins de remuneração, formação profissional e oportunidades de ascensão profissional. (jus.com.br/artigos/8950/o-principio-da-nao-discriminacao-e.../)

 

O HOMEM NEGRO NA ERA DA INDUSTRIALIZAÇÃO

Saltando para as últimas décadas do século XX a região do ABC paulista era altamente industrializada, nessas empresas os funcionários que detinham cargos de chefia ou operário oficial em sua imensa maioria eram constituídos por filhos de europeus particularmente italianos, aos negros competia apenas serviços gerais de menor remuneração, a porcentagem de negros no posto de profissional (torneiro, ferramenteiro, eletricista, encanador,soldador) era bastante reduzida. Durante parte do século XX, foi propagada a idéia de que a sociedade brasileira vivia uma situação de democracia racial, sem que nela fossem observados grandes conflitos raciais e discriminação. Esta concepção, embora confortável, não correspondia à realidade. Após a abolição dos escravos, o país não estabeleceu políticas para incorporação dos ex-escravos ao mercado de trabalho assalariado. As persistentes dificuldades de acesso aos serviços de educação e saúde colocaram esses negros à margem dos progressos da sociedade brasileira e contribuíram para que eles se mantivessem na situação de pobreza e desigualdade que ainda enfrentam. Também no que se referem aos rendimentos, os negros enfrentam discriminação. Mesmo quando têm o mesmo nível de escolaridade que a população branca, negros e pardos recebem menos, em média. Em 2009, as pessoas pardas ou negras ganhavam em torno de 70% dos rendimentos das pessoas brancas.  (www.dieese.org.br/livro/2012/livroSituacaoTrabalhoBrasil.pdf)

 

SAUDAÇÃO À MULHER NEGRA

 

Justiça seja feita, desempenhando alguma função nas repartições dos escritórios das empresas, no departamento de recepção, nem pensar. quanto a mulher negra cabe um capítulo à parte. Da mesma forma que o homem a mulher negra também teve a sua parcela na construção do nosso país. Até o alvorecer da década de 60 a porcentagem de mulheres que trabalhavam para auxiliar o marido no sustento da casa era bastante reduzida, atrelado a preconceitos e tabus, o papel da mulher se resumia em cuidar do lar, ou como empregada doméstica. Com o “Slogan cinqüenta anos em cinco”, justamente ao contrário do que planejava Getulio Vargas, utilizando capital estrangeiro o presidente Juscelino Kubitscheck, afundou o Brasil na parte financeira quando implementou um acelerado processo de industrialização, porém ele não contava com um pequeno detalhe, a falta de mão de obra especializada para operar as máquinas recém chegadas. Com o agravamento da situação não houve outro recurso se não a introduzir o trabalho feminino no processo de produção e, novamente veio a discriminação, para as mulheres negras cabia apenas a função nos serviços de limpeza. No início dos anos 60 era raro ver uma mulher negra 



Escrito por PROFESSOR LUIZ às 19h42
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continuação

Ha décadas a mulher negra vem sendo apontada como aquela que experimenta a maior precariedade no mercado de trabalho brasileiro. Entretanto os estudos que aprofundaram a perspectiva de gênero raramente levam em consideração a variável cor.  Freqüentemente tais estudos homogeneízam a força de trabalho feminina tratando-a como se o fator racial inexistisse enquanto diferencial de direitos ou como se as especificidades que afetam a mulher negra pudessem ser esgotadas no quadro dos problemas gerais concernentes as mulheres. Não raro os estudos tangenciam a temática da mulher negra com breves enunciados formais ou referências históricas que apenas confirmam a desimportância dada ao tema, não apenas no chão das fábricas, mas nas páginas dos livros e formulários de pesquisa a condição da mulher negra é negligenciada. (BENTO, 1995)

Outro ponto de controvérsias era quanto a exploração sexual da mulher negra, ela era subjugada pelo marido que movido por uma educação machista acreditava ter amplos poderes sobre a esposa. Fora do lar trazendo ainda os resquícios da época da escravidão quando o amo descia da casa grande e se enfiava na senzala para se aconchegar com suas escravas, a mulher negra era vista como sendo propriedade dos brancos, como uma mulher sem valores morais em relação ao sexo. A ideologia do branqueamento da população brasileira recaía sobremaneira sobre os ombros das mulheres negras, por acreditarem que as negras tinham como por “obrigação” se deitar com os brancos para essa finalidade, desconsiderando os valores sentimentais e morais da mulher negra.

Em sua obra Casa Grande e Senzala, 2003, Gilberto Freyre procura “dourar a pílula” enfatizando que havia um perfeito entrosamento e boa convivência entre senhores e escravos. Há de se considerar que essa obra foi publicada na década de 30 quando o racismo predominava, Freyre procura em sua obra apenas estar de bem com o governo ditatorial de Getúlio e seus apoiadores, em particular com a elite. As teorias evolucionistas eram acionadas para explicar e resolver o problema racial brasileiro, como a ideologia do branqueamento, defendida por uma geração de intelectuais do século XIX, entre eles Oliveira Vianna. A tese principal de Oliveira Vianna é a de que a miscigenação entre brasileiros (negros e indígenas) e imigrantes europeus levaria ao branqueamento da população do país. Ou seja, a etnia branca, considerada a mais forte, se sobreporia a negra e indígena. Esse processo de seleção levaria a uma suposta evolução racial. ( www.maxwell.vrac.puc-rio.br/17333/17333_3.PDF)

 

 

 

 

CONSIDERAÇÕES FINAIS

 

Com os relatos elencados nesse texto fica comprovada a existência do preconceito. No Brasil o racismo e preconceito não são explícitos, institucionalizados tanto quanto em estados do sul do EUA como Tennessee, Texas e Mississipi onde formaram a Ku Klux Klan ou da África do Sul com suas leis de segregação da apartheid, no entanto é inegável a constatação da presença do racismo, preconceito e segregação de forma sutil, disfarçada, mas isso não atesta sua inexistência, a qual põe por terra a ideologia de uma nação com liberdade e igualdade democrática para todos. Resta, portanto um intenso trabalho de conscientização voltado para a erradicação desse sentimento, é indispensável enaltecer a presença do negro na construção de nossa história e nação, ressaltando inúmeros negros que se destacaram em nossa sociedade em diversas esferas como na musica, dança, engenharia, medicina, literatura, esportes, culinária. É inegável a influência e contribuição da cultura africana no cotidiano da cultura brasileira e, como não poderia deixar de mencionar a beleza, a “ginga”, o balanço, o charme e a atraente aparência da mulher brasileira, reconhecida em todo o mundo, tem um débito expressivo para com a mulher africana. Da mesma forma que a Grécia reconhece seu débito para com a cultura africana, nós brasileiros também temos esse débito e em maior proporção para com os africanos.



Escrito por PROFESSOR LUIZ às 19h40
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REVOLUÇÃO RUSSA pg. 88, 89

1=  O que é o Czar e  a palavra é derivada de que?

R= Czar é a denominação do rei da Rússia, a palavra deriva de Cesar do Império Romano.

2= O que é igreja Ortodoxa.

R= É uma igreja que não reconhece a autoridade do Papa, é católica, é mais rígida e os padres podem casar.

3= Do Século XVII (1613) até 1917 como se chamava a família que governava a Rússia.

R= Chamava-se família Romanov, o último czar foi Nicolau II assassinado com sua família em junho de 1918.

4= Qual foi a reforma que o czar Alexandre II promoveu na Rússia a partir da metade do séc. XIX

R= Aboliu a servidão, distribuiu terras aos camponeses, fundou bancos, melhorou o ensino, reorganizou o exército.

5= Por que alguns camponeses emancipados se revoltaram, e o que é emancipado

R= Se revoltaram porque receberam pequenos lotes de terras, emancipado é passou a ser livre.

6= No início do séc. XX qual era a condição do camponês russo

R= tinham de conviver com baixo rendimento nas lavouras, doenças, fome, analfabetismo, falta de transporte, e infra estrutura.

7= Os camponeses que não tinham terras, trabalhavam onde?

8= Os alemães Karl Marx e Friedrick Engels escreveram a obra “O manifesto Comunista” considerada o que, e foi escrita em que ano?

R= é considerada fundadora do socialismo científico escrita em 1848

9= Qual era a concepção da teoria dessa obra?

R= Essa teoria previa que os acontecimentos políticos podem ser estudados e previstos

10= Na visão dos socialistas eles previam qual o fim do capitalismo e por quem?

R= Previam o fim do capitalismo pelo próprio capitalismo e a tomada do poder pela classe trabalhadora organizada em partidos políticos.

 

Prof. Luiz Bortolo

História

 

07/04/2015



Escrito por PROFESSOR LUIZ às 10h40
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PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL

1= Como ficou conhecido o modo de combater na primeira guerra mundial?

R= Ficou conhecido como guerra de trincheiras

2= Descreva como era uma trincheira?

R= Eram uma rede de valas cavadas no solo, onde os soldados se protegiam dos tiros e bombardeios, La eles comiam, bebiam, dormiam e faziam suas necessidades, por isso se transformou em um buraco de morte.

3= O que é uma força estática.

R= é uma força militar que não se locomove, permanece onde estiver instalada, é como uma fortaleza

4= Qual foi a conseqüência de se lutar em trincheiras?

R= As trincheiras passaram de táticas temporárias para definitivas

5= Quais eram os países que formavam a frente ocidental da guerra.

R= França Bélgica Suíça e Inglaterra.

6= Qual foi a tática de guerra usada no mar.

R= foi o uso de submarinos ingleses e alemães para afundar os navios de suprimentos e matar a população e os soldados de fome de fome

7= Descreva o que é um submarino

R= É um barco de guerra capaz de navegar sob a água, ataca de surpresa e foge, é capaz de afundar qualquer navio usando uma bomba chamada torpedo, a qual atinge sempre o navio abaixo da linha d1água.

8= Quais eram os países que lutavam na frente oriental

R= Eram a Alemanha contra a Rússia

9= Qual era o plano dos italianos.

10= O que ocorreu na Rússia em 1917 e qual regime foi implantado

R= Foi a revolução russa liderada por Lênin que destituiu o czar e implantou o comunismo

11= Quais foram as pessoas de destaque na revolução Russa.

R= Lênin, Stalin e Trotsky

12= O que ocorreu em março de 1918 com os russos

R= Saíram da guerra e assinaram o tratado de paz com a Alemanha

13= Qual era o plano dos alemães.

R= Os alemães após assinara a paz cm a Rússia planejavam derrotar franceses e ingleses em pouco tempo.

14= O que os americanos forneciam para os países da Entente. 

R= Dinheiro, logística, armas e produtos manufaturados

15= Por que os norte americanos achavam mais interessante a vitória da Inglaterra.

R= Porque os norte americanos temiam o crescimento acelerado da industria da Alemanha

16= O que ocorreu em abril de 1917 e por que

R= Submarinos alemães atacaram navios americanos, foi quando o EUA entraram na guerra com um forte poderio militar.

17= Por que foi importante a entrada do EUA na guerra que terminou em novembro de 1918.

R= Com seu grande poderio militar quebrou o equilíbrio entre os dois blocos dando a vitória a Entente

18= Em janeiro de 1919 realizou-se a Conferência de Paris, qual era seu objetivo

R= Tinha o objetivo de negociar o acordo de paz entre os dois blocos que haviam lutado na 1ª guerra.

19= Quais os países que lideraram essa conferência

R= Grã Bretanha, França e EUA, a Alemanha não participou das discuções e foi muito prejudicada.

20= O que o presidente americano propunha e qual a finalidade dessa organização.

R= Ele propunha a criação da Liga das Nações era uma organização encarregada de zelar pela paz mundial, onde os conflitos seriam resolvidos de forma diplomática ao invés de guerras.

21= O que o presidente Wilson propunha que ocorresse com os perdedores da guerra.

R= Ele propunha que o páis perdedor da guerra não sofresse anexações e nem precisasse pagar indenização de guerra.

22= Qual foi a atitude dos franceses e ingleses para a proposta do EUA

R= A proposta do EUA foi recusada, a Alemanha perdeu boa parte de seu território e foi obrigada a pagar uma indenização de guerra muito elevada, alem de sofrer fortes sanções.

23= Quando foi assinado o Tratado de Versalhes e o que ele determinava.

R= Foi assinado em junho de 1919, a Alemanha teve de devolver a região de Alsácia e Lorena para a França, ceder seus territórios coloniais principalmente na África e pagar uma pesada indenização para os aliados.

24= Além de trabalhar na indústria bélica, como as mulheres participaram da guerra.

R= atuaram como motoristas, cozinheiras, escriturarias e enfermeiras.

25= O que ocorreu com os países europeus na parte econômica em relação ao EUA.

R= Eles ficaram sob uma dívida de 10 bilhões de dólares que naquela época representava muito mais dinheiro que agora, antes quem dominava era a Inglaterra.

26= Com a ida dos homens para o campo de batalha o que aconteceu com as mulheres.

R= A atuação das mulheres no esforço de guerra ajudou a fortalecer os movimentos pela emancipação da mulher, como ocorreu na Inglaterra dando a elas o direito de votar.

27= Como foi a formação dos governos na Europa.

R= Formaram governos autoritários fortemente militarizados e caracterizados por um nacionalismo extremo.

28= Quais os novos países que surgiram na Europa após a guerra.

R= Foram a Áustria, Hungria, Tchecoslováquia e Iugoslávia, do lado russo formaram Finlandia, Estônia, Letônia, Lituânia,  e Polônia.

 

 

 

    ( 23/03/2015)



Escrito por PROFESSOR LUIZ às 20h04
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ANTECEDENTES DA PRIMEIRA GUERRA  respostas pg 78

1= Quando e onde ocorreu a Belle Époque?

R= Ocorreu nas ultimas décadas do sé. XIX e primeira do séc. XX

2= Descreva o  que era a chamada Belle Époque?

R= foi a conquista de científicas e tecnológicas e a ampliação do comércio, com a certeza da prosperidade

3= Qual era a cultura européia  mais influente  no início do séc XX?

R= Era a cultura francesa

4= O que ocorria entre a Grã Bretanha e França?

R= Detinham grande poder político e econômico e dominavam enormes extensões de territórios coloniais.

5= O que os países europeus fizeram para aumentar seus recursos bélicos?

R= Produziram novas tecnologias voltadas para a guerra.

6= Qual foi a atitude que aumentou o sentimento de nacionalista e militarista na população européia?

R= Adotaram o serviço militar obrigatório

7= O que ocasionou a rivalidade entre Grã Bretanha e Alemanha?

R= a Grã Bretanha (Inglaterra) foi perdendo a supremacia econômica mundial para a indústria alemã.

8= Por que a França nutria sentimentos de revanchismo contra a Alemanha?

R= Por ter perdido o domínio sobre a Alsácia-Lorena rica em carvão e ferro para a Alemanha na guerra Franco-Prússia em 1870.

 

9= Quais eram os países que compunham a Tríplice Aliança e a Tríplice Entende?

R= A Tríplice Aliança eraq formada pelo Império Alemão, Austro Húngaro e Itália, a Tríplice Entende por Rússia França e Grã Bretanha.

10= Qual era a disputa entre Grã Bretanha, França e Alemanha?

R= Eles disputavam a hegemonia, isto é, disputavam pela influência e pelo  comércio mundial

11= Qual era o plano da Sérvia?

R= Queria construir a Grande Sérvia, reunindo Bósnia, Croácia e Eslovenos.

12= O que era o Pan-Eslavismo e o que ele pregava liderado por quem?

R= Pregava a união dos povos eslavos liderados pela Rússia.

13= Nessa época o que ocorria na França?

R= O nacionalismo se manifestava no desejo de vingar a derrota francesa na guerra Franco-Prússia.

14= Qual foi o motivo imediato que levou à primeira guerra mundial?

R= Foram as crises nacionalistas na Península Balcânica.

15= Quais eram os três impérios que se rivalizavam?

R= Eram o Turco Otomano, o Russo e o Austro-Húngaro.

16= O que aconteceu na Grécia em 1821 e com o apoio de qual nação?

R= Conseguiu se libertar do Império Austro-Húngaro com o auxílio da Rússia.

 

17= O que ocorreu em 1878 na região dos Bálcãs e quais os países envolvidos

R= Foi assinado o tratado de Berlim que estabelecia a independência da Sérvia, Montenegro e Romênia.

18= O que a Servia buscava em 1908 e por que?

R= A Sérvia buscava a união de todos os povos eslavos

19= O que ocorreu na Sérvia em 28 de junho de 1914?

R= Foi assassinado o Arquiduque Francisco Ferdinando filho do Imperador e herdeiro do trono do Império Austro Húngaro.

20= O que fez a Áustria em relação a Sérvia?

R= A Áustria enviou um ultimato à Sérvia com muitas exigências que não foram acatadas, a Áustria declarou guerra à Sérvia.

21= Qual foi a atitude da Alemanha?

R= A Alemanha ofereceu apoio para a Áustria

22= Qual foi a atitude da Turquia e da Bulgária?

R= Entraram na guerra em apoio a Alemanha e Áustria.

23= Quais foram os países que entraram para a Tríplice Entende?

R= Foram a Grécia, Portugal, Romênia, Japão e em 1915 a Itália aderiu a esse bloco rompendo com a Alemanha.

24= Qual foi a conseqüência do sistema de alianças?

R= Transformou um conflito regional em uma guerra global, fomentados pelo sentimento de nacionalismo.

 

Prof. Luiz = História   = 16/03/2015

 

 

 



Escrito por PROFESSOR LUIZ às 20h03
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encare como um presente, esse texto sobre Palmares é o resumo de um livro de 182 paginas

copie e guarde para voce, mais tarde pode ser muito útil.

PALMARES ESCRAVIDÃO E LIBERDADE

FLAVIO GOMES

Através do elencado pelo autor podemos observar que em toda América onde houve escravidão, foi permeada por diversas formas de luta dentre as que mais se evidenciam são as fugas para os quilombos. O Brasil por liderar o tráfico na América do sul e sua extensão territorial é colocado em evidência devido ao grande numero de negros escravizados, cerca de 10 a 15 milhões, favorecendo assim a formação de inúmeros quilombos. Os quilombos não eram uma particularidade brasileira ou exclusiva da América do Sul, Caribe, Jamaica, São Domingos, Haiti na América Central, na América do norte os estados sulistas também enfrentaram o mesmo problema. No mundo todo onde houvesse escravos havia rebelião

O quilombo dos Palmares não estava concentrado em um único local, mas, em diversas regiões espalhadas entre Pernambuco e Alagoas na Serra da Barriga. Reuniam diversas comunidades independentes. A palavra quilombo é originária da língua Banto cujo significado é acampamento ou iniciação, que doravante será designada como mocambo como consta nos documentos originais. Só em 1687 a palavra quilombo é usada pelo Governador de S. Paulo Domingos Jorge Velho, encarregado de destruir o quilombo dos Palmares. Convém ressaltar que a fuga temporária ou definitiva não era a única forma de se opor a escravidão. Em sua rebeldia os escravos faziam corpo mole no trabalho, queimavam plantações, invadiam vilarejos e fazendas, em alguns casos matavam o fazendeiro e feitores.  Os mocambos provocavam apreensão das autoridades de toda América do sul. Os mocambos não representavam apenas sentimento de liberdade ou revolucionários, era antes de tudo uma luta de classes. Os africanos estavam habituados na sua sociedade ter o regime de escravidão imposta por suas lideranças, mas de uma forma muito diferente quando vendidos aos europeus.

A história de Palmares é muito imprecisa, recheada de lacunas, por ser descrita baseando-se nos relatos dos soldados e comandantes que por sua vez poderiam exagerar os fatos no intento de valorizar sua atuação, e a imprensa apenas compilou os registros,  não há a comprovação da contribuição escrava na historiografia de Palmares. Criado no alvorecer do séc. XVI perdurou até o final do séc. XVII provocavam apreensão das autoridades de toda América do sul. Os mocambos eram auxiliados por fazendeiros que obtinham lucro no comércio com eles e, com a aliança com índios, espanhóis e franceses cada qual por seus motivos.

De acordo com o historiador norte americano Michael Mullin os quilombolas não lutavam contra a escravidão, o que faziam era definir seus contornos e reproduzir a escravidão como em território africano, no qual sendo o escravo um prisioneiro de guerra, era respeitado como guerreiro e, tinha algumas regalias, muito diferente do mesmo homem quando vendido aos europeus que alem de sua liberdade perdia sua dignidade junto com todos os preceitos destinados a um ser humano. O quilombola não era apenas um homem livre na parte física, ele sofria uma transformação ao se sentir livre no seu interior, em que sua rebeldia se expressava na negação do sistema  que lhe era imposto pelo branco opressor.  Dentre os incontáveis mocambos existentes no Brasil, o de maior notoriedade pela sua extensão e quantidade de abrigados, foi o de Palmares liderado no auge por Zumbi. Pelo viés latifundiário o quilombo era apenas  uma demonstração de rebeldia coletiva, na qual negros fugidos se aliavam a marginais.

Apesar de nos mocambos os negros sentirem-se livres, havia uma hierarquia a ser obedecida, com regras e normas rígidas, onde latrocínio, assassinato, traição e estupro eram punidos sumariamente com a execução do infrator. Os mocambos viviam da agricultura, pesca e criação de gado. Nos embates contra os quilombolas os soldados evitavam matar os escravos, um escravo fugido pode ser recapturado, um morto não, motivo pelo qual nos confrontos  evitavam matar seu oponente, mas em muitos casos o escravo lutava até a morte para não ser recapturado.

Um breve relato de Flavio Gomes sobre a forma de se delinear Palmares na historiografia brasileira evidencia que nunca foi descrito revelando suas verdades como em outras revoltas, do ponto de vista euro centrista a historia de Palmares deveria não constar da nossa história, sua importância como movimento étnico sempre foi silenciada durante séculos, apenas no florescer do séc. XXI é que Palmares recebe uma atenção mais aprofundada. Na visão das autoridades da época Palmares deveria ser vista apenas como uma rebeldia escravista e, que deveria ser reprimida para servir de exemplo, desencorajando outras revoltas semelhantes. . Nas décadas de 20 e 30 cronistas como Rocha Pitta, Francisco Brito Freire e Domingos Loreto do Couto, escreveram muito a respeito, da mesma forma Palmares, Ganga-Zumba e Zumbi transformaram-se em tema de militância política e permearam os gritos de protesto, tanto dos negros como dos trabalhadores que se identificavam como escravos.

Com todos esses registros, se considerarmos em sua totalidade da historiografia brasileira as lutas dos povos afro-brasileiros foi pouco mencionada nos trabalhos acadêmicos e noticiários nos últimos 20 anos. Nesse sentido cabe um destaque para o escritor português Ernesto Ennes que em 1938 trazia em seu artigo compilado dezenas de artigos sobre Palmares. Em face desse processo de desmonte das lutas dos desfavorecidos, torna-se difícil trazer à luz da história muitos detalhes de vital importância para seu entendimento. O mesmo ocorreu com Canudos e particularmente com a Guerra do Contestado esse ultimo pouco divulgado nos meios acadêmicos, diante de tal situação o que nos chega são apenas os relatos uni lateral dos vencedores brancos. Mas temos de admitir que Palmares foi um caso único de luta pela liberdade e defesa dos seus valores. O quilombo na realidade não era um ato de rebeldia, mas sim um estado de conscientização coletiva, em defesa dos seus valores e cultura, impelidos por uma reflexão coletiva, adversa da reflexão enquanto como escravo. O quilombola não era apenas um homem livre na parte física, ele sofria uma transformação ao se sentir livre no seu interior, em que sua rebeldia se expressava na negação do sistema anterior que lhe era imposto pelo branco opressor.

Um habito curioso sobre Palmares, voltado para a formação familiar por haver poucas mulheres, e a mortalidade ser elevada, cada mulher podia ter de 4 a 6 maridos, todos morando em harmonia na mesma cabana, sendo a mulher que ditava as ordens a seus maridos, era ela quem recebia uma data de terra, mas a produção era socializada. A vida no mocambo não era fácil, os negros que eram seqüestrados das fazendas, ao adentrarem no mocambo eram tratados como escravo dos negros criolos, para conseguir sua alforria tinha de participar do aprisionamento de outros negros nas fazendas vizinhas. Alem das 



Escrito por PROFESSOR LUIZ às 01h41
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