PROFESSOR LUIZ

28/07/2014

ESTOU MUITO DECPCIONADO COM OS ALUNOS DA 7ª E, NÃO TODOS MAS ALGUNS ESTÃO DIFICULTANDO DE EU DAR UMA AULA DE BOA QUALIDADE COMO PRETENDO, É A ÚNICA SALA QUE ESTÁ ME DANDO PROBLEMAS DIVERSOS COM INDISCIPLINA, E DESCOMPROMISSO.

ESPERO QUE A PARTIR DA PRÓXIMA AULA O PROBLEMA NÃO PERSISTA.

EU DISPENSO A TODOS SEM EXCESSÃO, CARINHO RESPEITO E DEDICAÇÃO, ANCEIO QUE O TRATAMENTO QUE DEDICO A TODOS SEJA RECÍPROCO, É O MÍNIMO QUE ESPERO, RESPEITO PELA MINHA AULA....


Escrito por PROFESSOR LUIZ às 20h05
[] [envie esta mensagem] []


23/07/2014

 ILUMINISMO

História do Iluminismo, o pensamento no Século das Luzes, critica ao absolutismo, pensadores iluministas, Rousseau, Montesquieu, Voltaire, Locke, Diderot e D'Alembert, ideias dos principais filósofos, filosofia e política nos séculos XVII e XVIII.

A busca pelo saber e liberdade de pensamento= eram as duas premissas do Iluminismo

Introdução > Este movimento surgiu na França do século XVII e defendia o domínio da razão sobre a visão teocêntrica que dominava a Europa desde a Idade Média. Segundo os filósofos iluministas, esta forma de pensamento tinha o propósito de iluminar as trevas em que se encontrava a sociedade.

Os ideais iluministas  >   Os pensadores que defendiam estes ideais acreditavam que o pensamento racional deveria ser levado adiante substituindo as crenças religiosas e o misticismo, que, segundo eles, bloqueavam a evolução do homem. O homem deveria ser o centro e passar a buscar respostas para as questões que, até então, eram justificadas somente pela fé.

Século das Luzes >  O apogeu deste movimento foi atingido no século XVIII, e, este, passou a ser conhecido como o Século das Luzes. O Iluminismo foi mais intenso na França, onde influenciou a Revolução Francesa através de seu lema: Liberdade, Igualdade e Fraternidade. Também teve influência em outros movimentos sociais como na independência das colônias inglesas na América do Norte e na Inconfidência Mineira, ocorrida no Brasil.

Para os filósofos iluministas, o homem era naturalmente bom, porém, era corrompido pela sociedade com o passar do tempo. Eles acreditavam que se todos fizessem parte de uma sociedade justa, com direitos iguais a todos, a felicidade comum seria alcançada. Por esta razão, eles eram contra as imposições de caráter religioso, contra as práticas mercantilistas, contrários ao absolutismo do rei, além dos privilégios dados a nobreza e ao clero.

Os burgueses foram os principais interessados nesta filosofia, pois, apesar do dinheiro que possuíam, eles não tinham poder em questões políticas devido a sua forma, sua participação era limitada.. Naquele período, o Antigo Regime ainda vigorava na França, e, nesta forma de governo, o rei detinha todos os poderes. Uma outra forma de impedimento aos burgueses eram as práticas mercantilistas, onde, o governo interferia ainda nas questões econômicas.

No Antigo Regime, a sociedade era dividida da seguinte forma: Em primeiro lugar vinha o clero, em segundo a nobreza, em terceiro a burguesia e os trabalhadores da cidade e do campo. Com o fim deste poder, os burgueses tiveram liberdade comercial para ampliar significativamente seus negócios, uma vez que, com o fim do absolutismo, foram tirados não só os privilégios de poucos (clero e nobreza), como também, as práticas mercantilistas que impediam a expansão comercial para a classe burguesa.

Principais filósofos iluministas  >  Os principais filósofos do Iluminismo foram: John Locke (1632-1704), ele acreditava que o homem adquiria conhecimento com o passar do tempo através do empirismo; Voltaire (1694-1778), ele defendia a liberdade de pensamento e não poupava crítica a intolerância religiosa; Jean-Jacques Rousseau (1712-1778), ele defendia a ideia de um estado democrático que garanta igualdade para todos; Montesquieu (1689-1755), ele defendeu a divisão do poder político em Legislativo, Executivo e Judiciário; Denis Diderot (1713-1784) e Jean Le Rond d´Alembert (1717-1783), juntos organizaram uma enciclopédia que reunia conhecimentos e pensamentos filosóficos da época.

A História é a ciência do dia a dia. “Está intimamente ligada ao desenvolvimento social, e conhecê-la não é um ato de esnobação intelectual, mas uma necessidade para aqueles que desejam formar um espírito crítico e adquirir consciência das suas possibilidades.”

A Revolução Gloriosa marcou o fim do absolutismo na Inglaterra, criando assim, um país burguês = tudo que existe de recursos (tanto no campo material, quanto no campo humano) seria usado em favor da burguesia, gerando acumulo de capital, o que fez da Inglaterra o país mais rico da Europa.
As burguesias dos outros países perceberam que os ingleses conseguiram abater o Antigo Regime = o rei é deposto, acaba o absolutismo, acaba a sociedade estamental e acaba o Mercantilismo. Então, eles tentam fazer a mesma coisa, sobretudo na França que é "grudada" na Inglaterra. Tudo que se faz na Inglaterra, reflete na França e a burguesia percebeu que se não tomasse uma atitude quanto à destruição do Antigo Regime, eles seriam destruídos, pois os ingleses vão acumular toda a riqueza existente na Europa e os outros países vão empobrecer, as burguesias vão à falência (se não há lucro, não há como viver dentro do sistema capitalista).
Desse modo, torna-se necessário derrubar o Antigo Regime e o processo mais traumático foi na França. Os principais filósofos iluministas estarão na França, os pensadores econômicos também.
A burguesia surgiu com o Mercantilismo e tinha espaço = criava cartas de monopólio, concessões, falta de concorrência; assim a burguesia surge e vai tomando os espaços, mas vai chegar um momento em que a burguesia está tão grande que ela precisa acabar com o Mercantilismo, precisa assumir o controle da sociedade que era tripartida (Absolutismo nada mais é que um feudalismo transformado)
As 2 primeiras camadas não fazem nada e ainda acabam com a riqueza do Estado, enquanto isso todo o resto da população tem que trabalhar para sustentar as outras 2 camadas. Então se deve destruir essa sociedade e criar uma sociedade de classes.

Maquiavel, Hobbes, Bodin e Bossuet diziam que o rei devia ser absoluto, agora a burguesia tem que pagar para filósofos para que estes combatam os ideais absolutistas, criando outras filosofias (devem-se negar os princípios mercantilistas e defender a igualdade entre os homens).

O Iluminismo é o momento (corrente) filosófico que tem como base a Razão. E os dois filósofos que não são iluministas, mas serviram de fundamento para a racionalidade foram René Descartes e Isaac Newton, são eles que vão dar a base para que o movimento aconteça.

René Descartes: Descartes dizia que o homem deve desconfiar de tudo para poder acreditar em alguma coisa. Criou o método cartesiano para explicar um assunto através de um ponto racional. O sobrenatural não existe.
Isaac Newton: diz que tudo o que existe no mundo respeita as leis físicas = o sobrenatural não existe.

Prof. Luiz Bortolo

História

 

05/02/2013


Escrito por PROFESSOR LUIZ às 15h35
[] [envie esta mensagem] []



RESUMO DA 2ª GUERRA MUNDIAL

Hitler sonhava em criar um vasto império alemão, para isso era necessário dominar a Rússia através da guerra, porém antes era preciso dominar a Europa. Após conseguir poder e dominar a opinião do povo alemão, Hitler iniciou sua ofensiva contra os países vizinhos para a dominação e exploração das raças inferiores.

A máquina de propaganda nazista que conquistou a Alemanha também foi eficiente em conquistar outros estados. Com propagandas anti-semitas e convencendo que o nazismo seria a melhor defesa contra a expansão do comunismo russo.

França e Inglaterra cederam aos avanços de Hitler com  pretensões de evitar uma guerra, por trazerem trágicas recordações da 1ª guerra.

Entre 33/38 os ingleses e franceses fizeram concessões a Hitler acreditando que a Alemanha estivesse despreparada para a guerra.

A França tinha um bom exército mas com força estática, preparado apenas para defender suas fronteiras foi construída a linha Marginot, mas não tinha um exército com mobilidade para a ofensiva.

O EUA preocupado com a depressão não voltou seus olhos para a Europa, todos temiam mais a União Soviética e não a Alemanha. Desejando apaziguar Hitler com concessões França e Inglaterra foram cedendo ao tratado de Versalhes. Por outro lado Hitler convencia a Europa que ele era o maior e melhor defesa contra a Rússia. Mas essa estratégia falhou.

Em março de 35 a Alemanha declarou não ser mais obrigada a cumprir o tratado de Versalhes, o qual proibia a Alemanha de se armar, mas secretamente ela já estava muito bem armada.

Em 31 o Japão invadiu a Manchúria, rica em minerais para suas industrias, em 35 a Itália invadiu a Etiópia, mas para evitar uma guerra os países europeus não interferiram, mesmo quando Hitler enviou tropas para a Renânia.

Itália e Alemanha ajudaram Franco na revolução espanhola, 36/39, foi uma forma de Hitler testar seu poderio e constatar o encolhimento da Inglaterra.

Em 39 Hitler anexa a Áustria com a anuência do povo austríaco. Com a Tchecoslováquia ocorreu processo semelhante, Boa parcela da população era de origem alemã e, se diziam perseguidos pelo governo local. Em março de 39 os alemães entram em Praga. Logo em seguida em abril a Itália invade a Albânia.

Em 23 de agosto de 39 Alemanha e Rússia firmam acordo de não agressão, prometendo a metade do território polonês Stalin se deixou enganar por Hitler. Foi um excelente golpe diplomático, dessa forma impedia a Rússia de se aliar a França e Inglaterra como na 1ª guerra.

A Rússia desejando proteger a Polônia e a fronteira russa, tentou instalar bases na Polônia, temendo uma reação violenta por parte da Alemanha, Polônia, França, Inglaterra recusaram o pedido russo, posto que os poloneses temessem por soldados russos em seu território. Recusaram o pedido russo. Essa episódio gerou mais tarde o massacre de Katin.

Esses fatores foram decisivos para que a Alemanha invadisse a Polônia do dia 1 de setembro. Mediante tal ato França e Inglaterra declaram guerra contra a Alemanha, mas agora já era tarde, os alemães estavam muito bem armados. A luftwaffe  e as divisões panzer em uma semana derrotaram a polônia devido ao poderio e velocidade dos ataques. No dia 17 a Rússia invade a Polônia pelo leste e o país fica dividido entre as duas potências, quando ocorre o massacre de Katin.

 

 

Após a polônia a Itália invade Romênia e Bulgária. Os alemães tomam posição na fronteira com a França na denominada linha Marginot.


Escrito por PROFESSOR LUIZ às 15h20
[] [envie esta mensagem] []



CONTINUAÇÃO

Agora é a vez de Dinamarca e Noruega, mesmo contando com apoio de soldados ingleses em poucos dias esses países são dominados em abril de 1940.

Enquanto os franceses esperavam por um ataque frontal da Alemanha, eles deram a volta pela Bélgica em maio de 1940 e pegaram os franceses pela retaguarda totalmente desprevenida. Como num pesadelo no dia 22 de junho os Alemães derrotaram os franceses e dividiram o país ao meio. A Alemanha dominou o norte da terra gaulesa, enquanto que o sul decidiu colaborar com os alemães. Os Alemães só não tomaram o porto de Dunquerque após feroz batalha por que Hitler num erro de estratégia decidiu deixar esse trabalho para a Luftwaffe, mas o mal tempo impediu. Com a queda da França a Inglaterra ficou sozinha na luta.

A partir do norte da França em agosto e setembro de 40 o Marechal Hermann Goering prometeu a Hitler destruir a RAF (Real Air Force). , mas não conseguiu.. O mau tempo,  habilidade e coragem dos pilotos ingleses e a descoberta do radar pelos cientistas britânicos, somados a incapacidade alemã de recompor as perdas de seus aviões salvaram a Inglaterra de uma derrota fatal. Segundo palavras de Churchill se referindo aos pilotos da RAF.              “Nos conflitos humanos nunca tantos deveram tanto, para tão poucos”

Na Inglaterra Chamberlain caiu e em seu lugar assumiu Winston Churchill corajoso e mais capaz para unir o povo inglês que se encontrava desmotivado. Disse Churchill “A batalha da Inglaterra vai começar”.

Em abril Yugoslávia e Grécia já estavam dominadas, o próximo alvo seria o maior erro de Hitler, na madrugada do dia 22 de junho de 41 (junho mês fatídico para os alemães) os alemães invadem a Rússia com 4 milhões de soldados, 3300 tanques e 5 mil aviões. Os russos fugiam e queimavam tudo que não podiam levar, quando os soldados alemães entravam em uma cidade encontravam apenas gelo e cinzas. Nessa invasão morreram mais de 20 milhões de russos.

Um inverno rigoroso e antecipado transformaram as precárias estradas em lama dificultando o avanço e recebimento de suprimentos, a batalha de Stalingrado que era um centro industrial, foi uma pesada derrota para a wermarch. Os alemães chegaram a 30 km de Moscou, mas a 6 de Dezembro de 41 os soviéticos deram início a um contra ataque empurrando de volta os alemães, os quais morriam mais de fome e frio que pelo combate em si.

Na manha de 7 de dezembro de 41 o Japão ataca Pearl Harbor, o almirante japonês comentou “ferimos, mas não matamos o gigante” o EUA entram na guerra.

A derrota do III Reich começa a se delinear com a batalha de Mydway uma ilha a leste do Japão no Pacífico em 4 de junho de 42 ( Filme Tora Tora Tora), Stalingrado na Rússia e El Alamein na fronteira com o Egito essa ultima foi decisiva, se os alemães vencessem  controlariam o Canal de Suez e teriam o petróleo necessário. Mais um erro cometido pelo alto comando nazista ao negar ao comandante no norte da África Erwin Rommel o apoio que ele precisava.

Da Inglaterra era lançado ataques para tomar o norte da África por ser um ponto estratégico, esse território estava a cargo das divisões panzer comandada pelo Marechal de Campo Erwin Rommel conhecido pela alcunha de “A raposa do Deserto”, Foi acusado de participar da operação Valquíria e obrigado a cometer suicídio... Alguns afirmam que Hitler tomou essa atitude por ciúmes a Rommel por ele ser muito querido e respeitado até pelos inimigos.

 

Após a libertação da África os aliados invadiram a Sicilia no sul da Itália. Em setembro de 43 a Itália se rende aos aliados. Começam os bombardeios contra a Alemanha, ao mesmo tempo em que o exército soviético empurra os alemães para o interior do continente.

Desembarque na Normandia 6/6/44. Denominado de dia “D” dia da decisão, em que as forças aliadas entraram pelo norte da França e derrotaram as forças nazistas.

A FEB após 3 meses de batalha no dia 21 de fevereiro de 45  tomou o Monte Castelo ponto estratégico na Bolonha norte da Itália.

Após 3 meses de batalha no dia 21 de fevereiro de 1945 a força expedicionária brasileira tomou o Monte Castelo na Itália , porém amargando pesadas baixas. Era uma posição estratégica fortemente defendida pelos alemães. O inverno rigoroso dificultou a ação dos brasileiros.

A França é libertada, ao mesmo tempo o avanço russo prospera. Até a queda de Berlin em 7             de maio de 1945    

Dia da destruição, 6 e 9 de agosto Hiroshima e Nagazaki são destruídas pela bomba atômica .

O Japão se rende poucos dias após a explosão. Há quem diga que as bombas foram desnecessárias, o Japão já estava sem reservas de alimento e material bélico, bastaria cercar os portos para assegurar a rendição, mas o presidente americano Thuman decidiu por usar a força. Segundo a opinião de alguns historiadores, a utilização de arma nuclear foi com o objetivo de advertir Joseph Stalin para não tentar invadir a Europa Ocidental, uma vez que por estar totalmente arrasada, não teria condições de se defender contra um ataque soviético.

 Para se prevenir do ataque soviético há um boato de que o General americano  Patton, pouco antes do fim da Segunda Grande Guerra Mundial, disse que era preciso atacar os bolcheviques, pois esses iriam "armar" algo (filme "Patton: Rebelde ou Herói?"). Esse "algo" acabou se transformando na Guerra Fria. Patton pagou por ter uma personalidade que não lhe permitia ficar calado sob quaisquer circunstâncias. Certa vez disse,[carece de fontes] referindo-se à guerra, "Deus que me perdoe, mas eu amo isso" enquanto observava juntamente com seus subordinados um recente campo de batalha. Destacava-se dos demais generais, da época e da atualidade, pois frequentemente era visto nos fronts das batalhas. Morreu em dezembro de 45.

 

 

Prof. Luiz = História

 

20/06/2013


Escrito por PROFESSOR LUIZ às 15h20
[] [envie esta mensagem] []



AUTORITÁRIO OU FASCISTA?  A QUEDA DO LIBERALISMO

 

Alguns estudiosos afirmam que a crise econômica foi a grande responsável pela ascensão destes regimes totalitários. Argumenta-se que nos momentos de crise econômica, o surgimento de idéias autoritárias ganham força, ainda mais num colapso das proporções da ocorrida em 1929. No entanto, como bem mostra o historiador Eric Hobsbawn, a origem da ideologia fascista remonta a outro quadro. Seguindo a linha de raciocínio estabelecida por esse pesquisador, a ascensão do fascismo após a Primeira Guerra Mundial foi uma resposta ao perigo real da eclosão das massas trabalhadoras, e à Revolução Russa (a de Outubro de 1917, onde se levantou uma opção ao sistema liberal capitalista vigente). Por fim, existe uma outra vertente para o surgimento dos regimes fascistas. Este seria um modelo político erguido num momento específico de "vazio hegemônico". Ou seja, na década de 1920 e 1930, não havia um segmento da sociedade com condições de estabelecer a hegemonia de seu projeto político. Neste momento, então, surge à figura de um líder que "toma para si" a responsabilidade política de desenvolver a nação.

Portanto, toda mudança política ocorre e tem maior poder de penetração quando a população está descontente com o modelo vigente, a proporção de aceitação estará ligada diretamente à parcela da população que anseia por mudanças. Na ideologia de um povo toda mudança trás a idéia de melhoria, se o líder proponente usando a dialética convencer que o proposto será melhor, a idéia será aceita e defendida com maior facilidade, sendo mentira ou verdade, o papel do líder será apenas em convencer através da retórica os adeptos, de que serão possíveis atingir as metas.

Como por exemplo: Adolf Hitler convenceu o povo alemão, a apoiar o nazismo, prometendo para os pobres que não tinham se quer o que comer que cada trabalhador teria um Volkswagen  (carro do povo).

APOIO DAS MASSAS = As camadas da classe média e média baixa foram o alicerce de partidos de extrema direita conservadora, por toda a era de ascensão do nazi- fascismo, (feixe).

Na Áustria do entre guerras dos nacional-socialistas eleitos como conselheiros distritais em Viena em 1932, 18% eram autônomos, 56% de trabalhadores em escritório e funcionário público e apenas 14% de operários. Dos nazistas eleitos no mesmo ano 16% eram autônomos e fazendeiros, 51% de trabalhadores em escritórios e apenas 10% de operários. Isso não implica que o fascismo não conseguisse apoio da massa entre os trabalhadores pobres. Alem disso assim que o governo se estabeleceu, muitos ex socialistas e comunistas aderiram ao governo, tendo certa restrição pelos elementos tradicionais da sociedade rural. O nazi fascismo encontrou apoio entre 10% e 13% dos estudantes com ideologias radicais em 1930. Dos oficiais de classe média uma considerável parcela tinha dificuldade de se adaptar a vida civil, viam na guerra uma oportunidade de se alto valorizar. A crise econômica na Alemanha radicalizou até mesmo camadas da classe média como funcionários públicos médios e altos, cuja posição parecia segura, e que em circunstâncias menos traumáticas pareciam satisfeitos em continuar como patriotas do velho estilo nostálgico do Kaiser Guilherme.

 

HOMEM FASCISTA ;   1ª GUERRA E CRISE;   NAZISMO E ELITE

 

A direita radical surgiu no intuito de se precaver quanto a revolução social e conquistas da classe operária. O sucesso da revolução russa em outubro de 1917 e o apoio as ideologias leninistas e  sindicatos organizados puseram a elite européia em estado de terror. Como toda ação reflete numa reação, a classe conservadora européia em sua maioria, se uniram em torno de uma direita radical. No entanto não se pode afirmar que foi apenas um enfrentamento à esquerda revolucionária.

A 1ª Guerra mundial foi muito violenta para com os soldados, foi a denominada guerra de trincheiras, onde os soldados padeciam com vários tipos de sofrimento, frio, fome, mau cheiro, insetos, doenças. Foi denominada de guerra de extrema violência, os soldados nas guerras atuais matam sem ver o inimigo, ao contrário da 1ª guerra onde o combate corpo a corpo era freqüente, o soldado quando matava olhava nos olhos de sua vítima. Outro fator de disparidade é que nas guerras modernas o alvo a ser destruído é o equipamento, como navios, aviões e blindados, na 1ª guerra embora se procurasse destruir o equipamento inimigo, o soldado não era poupado. Eram batalhas de muitos mortos e feridos e poucos prisioneiros. Diante de tanto sofrimento brutalizou o soldado, que ao retornar da guerra se tornou uma presa fácil de ser arregimentada.

Embora com todo esse sofrimento os soldados especialmente os de classe média e baixa estavam envolvidos por um elevado espírito de nacionalismo, alavancados por uma brutalidade latente adquirida durante a guerra. O fascismo em seu início era composto em sua maioria por ex combatente.

A primeira guerra foi tão violenta que fizeram muitos acreditar que seria a última, por ela ter vindo para acabar com todas as guerras. Por essa ótica  não se aperceberam de uma minoria, porém numerosa que mantinham como essência de vida o uniforme, disciplina, sangue, sofrimento e armas. As armas haviam silenciado, mas os canhões continuavam a rugir dentro dessas pessoas. Esses sentimentos de patriotismo honra, lealdade, dignidade e heroísmo tornaram essas pessoas presas fácil para uma direita radical.

Por sua vez a ascensão da classe trabalhadora vista como bolchevique causava grande apreensão nos conservadores, especialmente em uma época de revolta social. A direita tradicional via nos comunistas como sendo responsáveis por tudo de mal no mundo. Uma visão centralizada sobre Lênin e Stalin serviu de pretexto para o instauração do fascismo.

O fascismo estava lastreado como um partido de massa, composto em sua maioria por trabalhadores e uma parcela da classe média. Os sentimentos fascistas estiveram presentes antes da grande guerra, porém nunca haviam conquistado nada de concreto, mas um dos principais fatores para sua concretização foi a ausência de uma hegemonia forte, a falência das velhas classes dominantes e, a crise de 1929.

Onde a classe dominante permaneceu atuante como na Inglaterra e na França o fascismo não conseguiu se impor. Mesmo nos países de governo militarista e autoritário como na Polônia, Tchecoslováquia, nem na Espanha de Franco embora direitista ele não era fascista. O fascismo também não encontrou guarida em países recém independentes, onde uma nova classe nacionalista  assumiu o poder mesmo sendo reacionários e autoritários. Mas só a retórica identificava cada virada antidemocrática para a direita na Europa entre as guerras com o fascismo. Alguns países até simpatizavam com o fascismo esperando apoio financeiro e político da Itália de Mussolini.

Outro fator que empurrou o povo a abraçar o fascismo foi uma população desorientada, sem rumo, não tendo um líder forte a seguir, uma população desacreditada em um mecanismo falido e deficiente, sendo o fascismo a ultima esperança de um povo alucinado com idéias de extrema direita e conservadores, não mais sabendo a quem ser leais. Esses sentimentos foram responsáveis por favorecer tanto o fascismo como o nazismo. Ambos tiveram êxito pela conivência do velho regime. Nos dois casos o poder foi se configurando aos poucos, mas uma vez consolidado não havia mais como ser refreado, o aparelhamento foi total e, tanto na Itália quanto na Alemanha, os que discordavam eram punidos de forma exemplar. No Nazismo e Fascismo > antiliberal, anticomunista, nacionalista, militarista, racismo e usava símbolos. Os fascistas e nazistas usavam muito a propaganda, Mussolini e Hitler tinham aulas de teatro , oratória e dialética. Para impressionar o povo usavam uniformes, simbolos, marchar, musicas, sempre dando a idéia de unidade. Tudo era válido para arregimentar a população. Fascistas e nazistas viam a guerra como benéfico, como um mal necessário e, para tanto estavam empenhados no caminho da  modernização e avanço tecnológico.

O velho exército prussiano aristocrático foi o único que se posicionou contra Hitler (Operação Valquiria) e logicamente foi esmagado em julho de 1944. O que o nacional socialismo sem duvida realizou, foi um expurgo radical das velhas elites e e estruturas institucionais imperiais. O nazismo em contraparida ao apoio recebido realizou algumas reformas sociais em benefício da massa trabalhadora, tais como férias, esportes, o planejado “carro do povo fusca”,  mas a principal e mais importante foi a de acabar com a grande depressão, melhor que qualquer outro governo, eles eram antiliberais e decidiram não se comprometer a priori com o livre mercado.

 O Japão por sua vez militarista e imperial era  uma economia capitalista não liberal que conseguiu uma impressionante dinamização industrial, muito acima que a Italia fascista. O fascismo  resumia mais em retórica que em ação.  Sem pretenções anti-semita até se alinhar com Hitler em 38, o fascismo foi um regime calcado nos interesses das classes dominantes, para fazer enfrentamento a ascensão da classe operária, que de concreto realizou a unificação da Itália iniciada no fim do século anterior, ao passo que na Alemanha foi uma reação contra a Grande Depressão. O  fascismo colaborou com o grande capital quando eliminou a revolução esquerdista, ao passo que o nazismo se beneficiou ao expropriar os judeus.

Prof. Luiz = História

 

25/05/2013


Escrito por PROFESSOR LUIZ às 14h51
[] [envie esta mensagem] []



continuação

5. GUERRA DA CHECHÊNIA¢ Os chechenos querem a independência da Rússia, desde 1992.¢ Em 1994, a Rússia lança uma ofensiva contra os chechenos.¢ Os chechenos não aceitam o modelo de território autônomo com constituição e orçamentos próprios, mas ligados politicamente à Rússia.

6. GUERRA ÍNDIA X PAQUISTÃO¢ O Paquistão reivindica o território da Caxemira (pertencente administrativamente à Índia), porém com maior população paquistanesa.¢ A Índia alega que o Paquistão utiliza terroristas para causar desequilíbrio nas áreas de fronteiras dos dois países,¢ Ocorre a possibilidade de uso de bombas nucleares.

7. GUERRA DO AFEGANISTÃO¢ Retaliação dos EUA, alegando que os Talibãs mantinham terroristas árabes muçulmanos, no país, após o ataque de 11 de setembro de 2001.¢ Em outubro de 2001, os EUA invadem o Afeganistão, expulsando o governo Talibã.¢ Em 2008, a contraofensiva Talibã recupera 40% do território afegão, forçando em 2009 o envio de tropas por parte do governo dos EUA, sob controle do presidente Obama.

8. GUERRA NA BÓSNIA¢ A Bósnia de desejava a independência da Iugoslávia, sendo que a Sérvia não concordava com esta posição, atacando seriamente a região.¢ Iniciada em 1992, é pacificada em novembro de 1995.¢ A intervenção da ONU foi providencial para um acordo, antes que chegassem as vias de fato, com a aniquilação da população Bósnia.

9. GUERRA EM KOSOVO¢ A província Sérvia desejava independência, não aceita pelos sérvios, que iniciam uma verdadeira dizimação étnica.¢ Começando em 1998, já em março de 1999, a ONU decreta o cessar fogo, intervindo na região.

10. GUERRA NO TIMOR LESTE¢ O plebiscito favorável à independência do Timor Leste não agrada a Indonésia, que lança ataques contra a região.¢ Entre agosto e setembro de 1999, os indonésios armam milícias que massacram os timoreses,¢A ONU determina intervenção com tropas na região.

CONFLITOS REGIONAIS E OS DESERDADOS DA NOVA ORDEM MUNDIAL - ENSINO MÉDIO
Ainda são poucos os que têm acesso às informações disponíveis na rede. Segundo o Relatório World development indicators 2006, do Banco Mundial, em 2004 cerca de 890 milhões de pessoas estavam conectadas à Internet. É uma quantidade enorme de usuários, mas esse número corresponde apenas a 14% da população mundial, a maioria dos internautas está fortemente concentrada em países desenvolvidos e em alguns países emergentes. Os Estados Unidos é o país que possui mais pessoas conectadas à Internet em termos absolutos, com 185 milhões de internautas, mas também é um dos países mais representativos em termos relativos: 63% de sua população são usuários da rede. A Nova Zelândia é o país que possui mais pessoas conectadas em termos relativos: 79% de sua população são usuários da Internet. A China e a Índia, apesar do índice relativo de conexão, têm um grande número de internautas devido às suas enormes populações. Em menor escala, isso também acontece com o Brasil.

 Fluxos de capitais especulativos Outra invasão típica da globalização é a dos capitais especulativos de curto prazo, conhecidos como smart Money ("dinheiro esperto") ou hot money ("dinheiro quente"), que, ávidos por lucratividade, movimentam-se com grande rapidez pelo sistema financeiro on-line.
Não se sabe ao certo o montante, mas estima-se que o fluxo mundial de capitais especulativos seja 1,5 trilhões de dólares por dia, investidos nas várias modalidades de especulação financeira. Essa vultosa soma – que, em geral, pertence a milhões de pequenos poupadores espalhados pelos países desenvolvidos, os quais deixam seus recursos num banco ou os investem num fundo de pensão, para garantir suas aposentadorias – é transferida de um mercado para outro, de um país para outro, sempre em busca das mais altas taxas de juros ou de maior segurança. Os administradores desses capitais – como bancos de investimentos, corretoras, fundo de pensão etc.

Deserdados da ordem mundial

Jaime Oliva

O sistema mundial moldado pela força das potências e por seus interesses permite algum equilíbrio e funcionamento nas relações internacionais, mas gera uma profusão de efeitos colaterais nefastos.
Muitos Estados nacionais territoriais recentes, surgidos da descolonização (libertados de uma ordem colonial que os oprimia) se inserem apenas marginalmente nessa nova ordem e, condenados nesse certo isolamento, tendem a se desagregar, a se decompor. Freqüentemente são vitimados por terríveis conflitos regionais e internos, cujo índice de mortandade encontra-se entre os mais graves da história recente da humanidade, como nos exemplos de Ruanda e Serra Leoa, no continente africano. Desde a Segunda Guerra Mundial, 20 milhões de pessoas morreram nesses conflitos regionais e guerras civis.
Outros países ainda procuram se erguer e se reorganizar após terem sido vítimas de guerras devastadoras, que regionalizavam o confronto entre as superpotências na ordem mundial anterior. Esse é o caso do Vietnã, país vitimado por uma longa e destrutiva guerra com os EUA. Guerra, aliás, que serviu para inibir, na época, o desembaraço da ação geopolítica americana em vista da derrota dos Estados Unidos. Esse é o caso também do Afeganistão, invadido pela URSS nos anos 1980. Outro caso a ser notado: a guerra, da mais pavorosas, entre Irã e Iraque, na qual o papel das potências do mundo ocidental (EUA à frente) não pode ser negligenciado, pois armaram e tornaram poderoso Saddam Hussein, o mesmo que recentemente ameaçava a paz mundial, segundo a alegação dos EUA. Outros exemplos podem ser lembrados, e muitos ainda estão sangrando a despeito do equilíbrio “civilizado” que mantém a ordem mundial. Uma ordem mundial que tem vários deserdados.

 

Prof. Luiz = História

 

22/07/2014


Escrito por PROFESSOR LUIZ às 14h48
[] [envie esta mensagem] []



DO MUNDO MULTIPOLAR  PARA O BIPOLAR NA GUERRA FRIA   

Após a unificação da Itália no final de 1870 e da Alemanha em janeiro de 1871, vários países disputavam a hegemonia ( supremacia, superioridade, cultural, econômica ou militar) que se intensificou com a Primeira e Segunda Guerra Mundial, para alguns historiadores na realidade foi apenas uma guerra em que houve um pequeno intervalo entre elas. Nesse cenário, Inglaterra e França tinham se consolidado como potencias imperialistas, EUA, Alemanha, Itália, Japão e Rússia, competiam pela ampliação de mercado de seus produtos industrializados e fontes de matéria prima para suas indústrias, Assim prevalecia a ordem multipolar, ou seja, haviam diversos polos ou centro de poder no cenário internacional. Para complementar esse texto será anexado em particular a unificação da Itália e a unificação da Alemanha.

A PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL = 1914-1918 = Resultou de um conjunto de acontecimentos relacionados à disputa por mercados entre potências industriais, as quais organizadas em alianças políticas e militares buscaram defender seus interesses econômicos e ampliar sua influência política, cultural e militar no mundo globalizado. De um lado havia a Tríplice Entende formados pela Inglaterra, França e Rússia e do outro Alemanha, Itália e o Império Austro-húngaro. Derrotados  em 1917, a Rússia abandonou a guerra após a revolução socialista, e depois da guerra civil liderada por Lênin em 1922 adotou o nome de União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS) em que na sua bandeira passou a ser composta pelas figuras de uma foice e um martelo simbolizando a união do trabalhador do campo com o da indústria. O EUA entraram na guerra em 1917 com seu poderoso arsenal bélico teve importância decisiva na vitória da Tríplice Entende

SEGUNDA GUERRA MUNDIAL= 1939-1945 = Em 1929 quando o mundo era dominado pelas disputas imperialistas a economia mundial foi surpreendida pela crise econômica provocada pela quebra da Bolsa de New York, até então o EUA estavam ajudando financeiramente os países da Europa prejudicados com a Primeira Guerra. Na Alemanha e na Itália, em particular, o fim dos investimentos americanos provocou o fechamento de várias indústrias, agravando o desemprego e o empobrecimento da classe média e das classes trabalhadoras. Esse cenário facilitou a ascensão do nazismo na Alemanha e do fascismo na Itália que prometiam para a população melhores dias e um Estado Forte e respeitado, em suma prometiam como por um passe de mágica a solução dos problemas que afetavam principalmente as classes mais desfavorecidas.

Nesse contesto somava-se ainda o ressentimento da Alemanha que perdeu a região da Alsácia e Lorena para a França auxiliada pelos ingleses. Essa região que foi perdida para os franceses era rica em carvão e ferro. Sentindo-se humilhada e prejudicada no tratado de paz assinado com o término da primeira guerra, Hitler a frente do partido nazista prometeu o revanche em favor da Alemanha, arrastando o povo alemão para o início da Segunda Guerra. Convém destacar que nem todos os alemães eram a favor da guerra e do nazismo, portanto esses alemães foram os primeiros presos a serem enviados para os campos de concentração. Notaremos que os países que participam da Segunda Guerra são os mesmos que haviam participado da Primeira e, pelos mesmos motivos. Os Aliados formados principalmente por EUA, França, Inglaterra e Rússia contra o EIXO formado por Alemanha, Itália e Japão. Na Europa após muita luta por terra mar e ar, a Itália se rendeu em 1943 que após a derrota, o povo apoiou a luta em favor dos aliados. A Alemanha se rendeu em 8 de maio de 1945, com a morte de Adolf Hitler e Eva Brown, uma grande quantidade de oficiais alemães foram presos, alguns julgados, condenados e executados. O governo do EUA aproveitou a situação e levou para a América todos os cientistas de todas as áreas que pode capturar, principalmente o gênio alemão Wernher Von Braun, responsável pela construção das bombas V 1 e V 2,  que passou a atuar como chefe supremo da NASA durante a corrida espacial gerada pela Guerra Fria (disputa pela hegemonia sem a utilização de armas)  

 

Prof.  Bortolo  = HISTÓRIA = 11/02/2014 


Escrito por PROFESSOR LUIZ às 14h44
[] [envie esta mensagem] []



AS DOUTRINAS DO PODERIO DO EUA  

         RESUMO

A história dos Estados Unidos da América reflete uma trajetória que culmina com seu poderio econômico e bélico atual. De treze colônias esquecidas no séculos XVI, XVII e XVIII, passou, já nas primeiras décadas do século XX, a potência e após a segunda guerra mundial a uma superpotência. Posição mantida até hoje.

Algumas doutrinas, posicionamentos intelectuais, filosóficos e até religiosos colaboraram para esse sucesso. Vejamos os principais.

O Iluminismo.

Esse movimento filosófico contribuiu com ideias de relevante importância para a política e a economia dos EUA. O Iluminismo prega, dentre outras coisas, a democracia, o liberalismo econômico, liberdade de culto e de pensamento.A ciência se sobrepõe sobre os dogmas religiosos. A independência dos EUA foi feita sob a égide desses pensamentos.

O Destino Manifesto. =  Após sua independência os EUA desenvolveram a ideia do Destino Manifesto, a qual os colocava como eleitos por Deus para levar o "progresso" e a "civilização"a outros povos. Em meados do século XIX, essa doutrina deu embasamento às expansões territoriais para oeste, onde milhares de índios e mexicanos foram mortos.

O Liberalismo Econômico. = Apesar de estar no contexto do Iluminismo, o Liberalismo Econômico  contribuiu por demais com a industrialização dos EUA, de modo que em meados do século XIX, o país já  despontava como a quinta nação do mundo em produção industrial o que acontecia de fato é que os EUA pregava o liberalismo mas dentro do próprio país havia grande concentração de monopólios e trustes. Uma época em que se desenvolveram grandes grupos empresariais, alguns que permanecem até os dias de hoje.

Doutrina Monroe. = Essa doutrina pregava que a América teria que ser para os americanos, para os EUA qualquer intrusão das potências europeias (Inglaterra,França, Alemanha) na América seria visto como um ato de agressão. A Doutrina Monroe colaborou para o início da hegemonia estadunidense em toda América.

O Protestantismo. = Em especial o Puritanismo, uma ideia defendida por Max Weber . Segundo ele, para um protestante acumular dinheiro, ter lucro e aproveitá-lo para um propósito próprio era sinal de ser eleito por Deus, ou seja, era um merecimento. Essa ideia inicialmente não fazia parte da doutrina pregada por Martinho Lutero (reforma Protestantes 1520) mas foi introduzida por João Calvino (Igreja Calvinista) que pregava a ideia da predestinação, na qual o homem seria conhecido por suas obras. Houve portanto uma completa inversão, enquanto para a igreja católica a usura era condenada e o trabalho visto como degradante, a igreja protestante pregava que: “Deus Ajuda quem cedo Madruga, O trabalho enobrece o Homem”. Segundo Calvino um homem de bem deveria deitar cedo, levantar cedo, ter uma vida regrada e poupar.

 

Os Estados Unidos e o início da Guerra Fria (1945-49)

 

O poder dos Estados Unidos da América = Apesar de envolverem-se em duas guerras mundiais, a de 1914-18 e a de 1939-45, os americanos, por estarem bem afastados dos frontes, protegidos por dois imensos Oceanos, o Pacífico e o Atlântico, pouco sofreram diretamente com as consequências delas. Morreram, entre 1941-45, 300 mil homens, praticamente não contabilizaram vitimas civis. Nova Iorque, Chicago, Detroit, e demais centros industriais, não sofreram um só ataque aéreo, nem seus campos tiveram que suspender as colheitas ou abater o gado às pressas em razão de ataques ou invasões. Ao contrário. As fábricas americanas, sem medo de se verem destruídas, produziram quantidades fantásticas de material bélico, permitindo suprir todas as necessidades das forças armadas nos frontes de batalha. 17 milhões de homens e mulheres foram convocados para todo o tipo de serviço de guerra, terminando definitivamente com a Grande Depressão que atormentara o país nos anos trinta, iniciado com a quebra da Bolsa de New York em 1929. 


Escrito por PROFESSOR LUIZ às 14h40
[] [envie esta mensagem] []



G    L    O    B    A    L    I    Z    A    Ç   à   O  

Globalização é um conjunto de transformações na ordem política e econômica mundial visíveis desde o final do século XIX.  Trata-se de um fenômeno que criou pontos em comum na vertente econômica, social, cultural e política, e que consequentemente tornou o mundo interligado, uma Aldeia Global. Qualquer acontecimento de ordem social, cultural, financeira, tecnológica, industrial e conflitos que ocorre em um país, por estarem interligados, afetarão os demais.  O complexo fenômeno da globalização teve início na Era dos Descobrimentos e se desenvolveu a partir da Revolução Industrial. Foi resultado da consolidação do capitalismo, dos grandes avanços tecnológicos (Revolução Tecnológica) e da necessidade de expansão do fluxo comercial mundial. O processo de globalização é a forma como os mercados de diferentes países interagem e aproximam pessoas e mercadorias. A quebra de fronteiras gerou uma expansão capitalista onde foi possível realizar transações financeiras e expandir os negócios - até então restritos ao mercado interno - para mercados distantes e emergentes.

O surgimento dos blocos econômicos - países que se juntam para fomentar relações comerciais, por exemplo, MERCOSUL ou União Europeia - foi resultado desse processo econômico. O impacto exercido pela globalização no mercado de trabalho, no comércio internacional, na liberdade de movimentação e na qualidade de vida da população varia a intensidade de acordo com o nível de desenvolvimento das nações. A globalização não existe só na economia mundial, também é possível ver a sua marca em atividades ilegais como a prostituição, pedofilia, tráfico de drogas, armas e animais, aumento de organizações criminosas, "lavagem de dinheiro" e consequente aumento dos "paraísos ficais". O mundo globalizado enfrenta agora uma nova ameaça, já que as facções criminosas não têm barreiras geográficas que atrapalhem os seus objetivos de cometer delitos para o seu próprio bem. Esta é talvez uma das maiores desvantagens da globalização: capacitou os criminosos, que usaram a maior facilidade de trânsito de mercadorias, serviços e pessoas entre os países para cumprirem os seus propósitos ilícitos.

VANTAGENS E DESVANTAGENS DA GLOBALIZAÇÃO = Como muitos outros fenômenos de elevada complexidade, a globalização apresenta pontos positivos e negativos. A globalização foi importante no combate à inflação e ajudou a economia ao facilitar a entrada de produtos importados. O consumidor teve acesso a produtos importados de melhor qualidade e mais baratos, assim como produtos nacionais mais acessíveis e de melhor qualidade. Outra vantagem é que a globalização atrai investimentos de outros países, traz desenvolvimento tecnológico, melhora o relacionamento com outros países, potencia as trocas comerciais internacionais, e abre as portas para diferentes culturas. Por outro lado, uma das maiores desvantagens da globalização é a concentração da riqueza. A maior parte do dinheiro fica nos países mais desenvolvidos e apenas 25% dos investimentos internacionais vão para as nações em desenvolvimento, o que faz disparar número de pessoas que vivem em extrema pobreza. com menos de 1 dólar por dia. Alguns economistas afirmam que nas últimas décadas, a globalização e a revolução tecnológica e científica (que são responsáveis pela automação da produção) são as principais causas do aumento do desemprego. A globalização também pode desvalorizar a cultura nacional de um determinado país, quando países mais ricos se instalam em países mais pobres, explorando a matéria prima e se aproveitando da mão de obra barata. Milton Santos, famoso geógrafo e intelectual brasileiro, abordou a globalização nos seus últimos livros. Ele mencionou seus aspectos econômicos, e analisou o papel desempenhado pelas empresas na internacionalização do capital, e também os fluxos financeiros e o impacto que estes causam na cultura local. Milton Santos teorizou e criticou algumas destas características do mundo de hoje, e no final de sua vida, sugeriu uma globalização solidária, que fosse centrada em valores que não fossem ligados à hegemonia.

 

Prof. BORTOLO  = 08/03/2014


Escrito por PROFESSOR LUIZ às 14h36
[] [envie esta mensagem] []



As regiões das nações unidas ONU

Criada ao término da II Guerra Mundial, a Organização das Nações Unidas  tem como objetivo principal garantir a paz no mundo através do bom relacionamento entre os países. E, embora não tenha atingido seus objetivos em alguns casos, apresenta fundamental importância na tentativa de amenizar as desigualdades sociais no mundo.

O horror causado pelas duas grandes guerras foi o principal motivo da fundação da ONU em 24 de outubro de 1945. O Presidente Norte-Americano Franklin Roosevelt foi quem criou o nome apresentado pela primeira vez em 1942 na Declaração das Nações Unidas pela qual 26 países se comprometiam a lutar contra o Eixo (aliança entre Itália, Alemanha e Japão na II Guerra Mundial).

Criada na Conferência de San Francisco (Conferência das Nações Unidas sobre a Organização Internacional), a ONU contava a princípio com 51 Estados membros. Atualmente (2007) ela conta com 192 Estados soberanos e com diversos organismos autônomos, sendo constituída por seis órgãos principais e vinculados a ONU apenas por acordos especiais, além de programas que atuam em diversas áreas, da saúde à aviação. Os seis órgãos principais são:

Assembléia Geral – órgão deliberativo máximo que tem como atribuições principais discutir, iniciar estudos e deliberar sobre qualquer questão que afete a paz e segurança em qualquer âmbito, exceto quando a mesma estiver sendo debatida pelo Conselho de Segurança; receber e apreciar os relatórios do Conselho de Segurança e demais órgãos da ONU e eleger membros do Conselho de Segurança, do Conselho Econômico e Social.

Conselho de Segurança – embora outros conselhos possam deliberar sobre questões de segurança, este é o único que toma as decisões que os países membros são obrigados a cumprir. Ele foi criado para manter a paz e a segurança internacionais, além de examinar qualquer situação que possa provocar atritos entre países e recomendar soluções ou condições para a solução.

Conselho Econômico e Social (ECOSOC) – coordena o trabalho econômico e social da ONU e das demais instituições integrantes, além de formular recomendações relacionadas a diversos setores como direitos humanos, economia, industrialização, recursos naturais e etc..

Corte Internacional de Justiça (Tribunal de Haia) – órgão jurídico máximo da ONU que através de convenções ou costumes internacionais, princípios gerais de direito reconhecidos pelas nações civilizadas, jurisprudência e pareceres ou mesmo através de acordos; tem o poder de decisão sobre qualquer litígio internacional, seja ele parte integrante de seu estatuto ou solicitado por qualquer país membro ou não membro (apenas países, não indivíduos), desde que, no último caso, obedeça alguns critérios.

 

Secretariado – presta serviços a outros órgãos da ONU e administra os programas e políticas que elaboram, além de chamar a atenção do Conselho de Segurança sobre qualquer assunto a ele pertinente.



Escrito por PROFESSOR LUIZ às 14h34
[] [envie esta mensagem] []



 

continuação

OS ORGANISMOS INTERGOVERNAMENTAIS, OU PROGRAMAS SÃO:

Alguns programas são criados especificamente para determinadas regiões, como por exemplo:

  • PNUD – Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento
  • UNICEF – Fundo das Nações Unidas para a Infância
  • ACNUR – Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados
  • UN-Habitat – Programa das Nações Unidas para Assentamentos Urbanos
  • UNIFEM – Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para Mulher
  • UNAIDS – Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids
  • UNODC – Escritório das Nações Unidas contra Drogas e Crime
  • UNRWA – Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados Palestinos

Além de todos estes organismos e programas especializados a ONU conta ainda com a Universidade das Nações Unidas (UNU), o ACNUDH – Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos e diversas outras instituições de pesquisa e treinamento.

Há dois níveis básicos de decisões dentro da ONU: a Assembleia Geral e o Conselho de Segurança. A primeira conta com a participação de todos os membros, uma decisão é tomada com o aval da maioria, em pelo menos dois terços. O segundo é constituído por quinze membros, desses, cinco possuem atuação interrupta e dez com participação rotativa. Os membros permanentes detêm o poder de veto, são eles: Estados Unidos, Rússia, Reino Unido, França e China. Com a fundação da ONU, foram criados, conjuntamente, organismos internacionais especializados, dentre os principais estão: FMI (Fundo Monetário Internacional), BIRD (Banco Internacional de Reconstrução e Desenvolvimento), GATT (Acordo Geral de Tarifas e Comércio), OIT (Organização Internacional do Trabalho), FAO (Organização de Alimentação e Agricultura) e UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura).

No dia 10 de dezembro de 1948, uma Assembleia das Nações Unidas realizou a Declaração Universal de Direitos Humanos. Em 2009, o tema escolhido para comemorar o dia Internacional dos Direitos Humanos é “Acolha a diversidade, acabe com a discriminação”.

Prof. BORTOLO

 

HISTÓRIA = 14/07/2014


Escrito por PROFESSOR LUIZ às 14h33
[] [envie esta mensagem] []



[ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]
 
 
 
       
   
Histórico

OUTROS SITES
    UOL - O melhor conteúdo
  BOL - E-mail grátis


VOTAÇÃO
    Dê uma nota para meu blog